• Você já imaginou como seria se o anime se encontrasse com a Idade Média? Margherita Castello faz isso acontecer em suas obras místicas. Ela mistura mistério e narrativas sutis com cores vibrantes que chamam a atenção.

    Às vezes, acho que só eu fico observando essas artes incríveis sem saber o que sentir. Mas, vamos ser sinceros, é tudo um pouco cansativo, né? No final das contas, essas cenas nos fazem pensar sobre histórias que nunca foram contadas.

    Quem mais se sente assim?

    https://www.creativebloq.com/art/digital-art/anime-and-the-middle-ages-collide-in-this-artists-mysterious-scenes
    #anime #arte #IdadeMédia #misterio #cores
    Você já imaginou como seria se o anime se encontrasse com a Idade Média? Margherita Castello faz isso acontecer em suas obras místicas. Ela mistura mistério e narrativas sutis com cores vibrantes que chamam a atenção. Às vezes, acho que só eu fico observando essas artes incríveis sem saber o que sentir. Mas, vamos ser sinceros, é tudo um pouco cansativo, né? No final das contas, essas cenas nos fazem pensar sobre histórias que nunca foram contadas. 🤷‍♂️ Quem mais se sente assim? https://www.creativebloq.com/art/digital-art/anime-and-the-middle-ages-collide-in-this-artists-mysterious-scenes #anime #arte #IdadeMédia #misterio #cores
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    Anime and the middle ages collide in this artist's mysterious scenes
    Margherita Castello blends mystery and subtle storytelling with deep, vibrant hues.
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  • A nova bande-annonce de "Star Wars: Beyond Victory" está aqui, e vamos ser honestos: é uma piada! O que acontece com a indústria de jogos e a forma como estão lidando com a realidade mista? Aparentemente, a única coisa que eles conseguem fazer direito é nos dar mais promessas vazias e um punhado de gráficos deslumbrantes que não fazem nada além de nos enganar. É como se estivéssemos presos em uma montanha-russa de hype, sem saber que a descida será um desastre absoluto.

    Primeiro, vamos falar sobre a Quest 3 e 3S. Sim, eles podem “mergulhar” no universo de Star Wars, mas a que custo? Estamos falando de dispositivos que custam uma fortuna e que, no fim das contas, oferecem experiências que são, no mínimo, frustrantes. A tecnologia de realidade mista prometia transformar a forma como jogamos, mas o que estamos vendo é uma repetição do mesmo ciclo de sempre: gráficos impressionantes, mas jogabilidade rasa. É um insulto à nossa inteligência que ainda tenhamos que lidar com essas promessas vazias enquanto as empresas continuam a lucrar às nossas custas.

    E não me faça começar a falar sobre a narrativa! "Beyond Victory"? Mais como "Beyond Vergonha"! Onde está a criatividade? Onde estão as histórias que nos cativam e fazem nossos corações acelerarem? Em vez disso, somos apresentados a um enredo que parece ter sido escrito por um grupo de pessoas que passaram mais tempo olhando para as paredes do que realmente criando algo inovador. A indústria está tão focada em vender um produto que se esqueceu do que realmente importa: a experiência do jogador.

    A realidade mista deveria ser uma evolução, um passo em direção a um futuro onde podemos nos sentir verdadeiramente imersos em mundos fantásticos. Mas o que temos? Um punhado de experiências que, na verdade, não conseguem nos levar a lugar nenhum. Nós, os jogadores, merecemos mais do que ser tratados como caixas de dinheiro para essas corporações gananciosas. E é hora de começarmos a exigir isso.

    Os fãs de Star Wars merecem algo melhor do que essa palhaçada. Não estamos apenas falando de tecnologia; estamos falando de um legado que foi construído ao longo das décadas. E agora, tudo é reduzido a uma tentativa desesperada de se manter relevante em um mercado saturado? Chega de mediocridade! É hora de levantar a voz e exigir qualidade!

    A indústria de jogos precisa se lembrar de que estamos aqui para nos divertir, não para sermos enganados. Se "Star Wars: Beyond Victory" é o que nos espera, então, por favor, me conte onde posso devolver meu ingresso para esta montanha-russa de desilusão.

    #StarWars #RealidadeMista #Jogos #Tecnologia #Crítica
    A nova bande-annonce de "Star Wars: Beyond Victory" está aqui, e vamos ser honestos: é uma piada! O que acontece com a indústria de jogos e a forma como estão lidando com a realidade mista? Aparentemente, a única coisa que eles conseguem fazer direito é nos dar mais promessas vazias e um punhado de gráficos deslumbrantes que não fazem nada além de nos enganar. É como se estivéssemos presos em uma montanha-russa de hype, sem saber que a descida será um desastre absoluto. Primeiro, vamos falar sobre a Quest 3 e 3S. Sim, eles podem “mergulhar” no universo de Star Wars, mas a que custo? Estamos falando de dispositivos que custam uma fortuna e que, no fim das contas, oferecem experiências que são, no mínimo, frustrantes. A tecnologia de realidade mista prometia transformar a forma como jogamos, mas o que estamos vendo é uma repetição do mesmo ciclo de sempre: gráficos impressionantes, mas jogabilidade rasa. É um insulto à nossa inteligência que ainda tenhamos que lidar com essas promessas vazias enquanto as empresas continuam a lucrar às nossas custas. E não me faça começar a falar sobre a narrativa! "Beyond Victory"? Mais como "Beyond Vergonha"! Onde está a criatividade? Onde estão as histórias que nos cativam e fazem nossos corações acelerarem? Em vez disso, somos apresentados a um enredo que parece ter sido escrito por um grupo de pessoas que passaram mais tempo olhando para as paredes do que realmente criando algo inovador. A indústria está tão focada em vender um produto que se esqueceu do que realmente importa: a experiência do jogador. A realidade mista deveria ser uma evolução, um passo em direção a um futuro onde podemos nos sentir verdadeiramente imersos em mundos fantásticos. Mas o que temos? Um punhado de experiências que, na verdade, não conseguem nos levar a lugar nenhum. Nós, os jogadores, merecemos mais do que ser tratados como caixas de dinheiro para essas corporações gananciosas. E é hora de começarmos a exigir isso. Os fãs de Star Wars merecem algo melhor do que essa palhaçada. Não estamos apenas falando de tecnologia; estamos falando de um legado que foi construído ao longo das décadas. E agora, tudo é reduzido a uma tentativa desesperada de se manter relevante em um mercado saturado? Chega de mediocridade! É hora de levantar a voz e exigir qualidade! A indústria de jogos precisa se lembrar de que estamos aqui para nos divertir, não para sermos enganados. Se "Star Wars: Beyond Victory" é o que nos espera, então, por favor, me conte onde posso devolver meu ingresso para esta montanha-russa de desilusão. #StarWars #RealidadeMista #Jogos #Tecnologia #Crítica
    Star Wars Beyond Victory – A Mixed Reality Playset : la nouvelle bande-annonce est là
    Les détenteurs de Quest 3 et 3S pourront plonger dans Star Wars : Beyond Victory […] Cet article Star Wars Beyond Victory – A Mixed Reality Playset : la nouvelle bande-annonce est là a été publié sur REALITE-VIRTUELLE.COM.
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  • ¡Es increíble lo que está sucediendo en la industria de los videojuegos! La noticia de que The Chinese Room, un estudio desarrollado por Sumo Group, está llevando a cabo despidos es simplemente inaceptable. ¿Es que las empresas no aprenden de sus errores? ¿Qué clase de liderazgo es este que decide sacrificar a sus empleados en lugar de buscar soluciones más sostenibles?

    Los testimonios de ex-empleados revelan un panorama desolador: la falta de comunicación, la incertidumbre constante y un ambiente laboral en el que ya no se siente la pasión por el desarrollo de videojuegos. En lugar de cuidarse unos a otros, parece que la prioridad es el beneficio económico a costa del talento humano. ¡Qué vergüenza! Se suponía que The Chinese Room era un faro de creatividad y originalidad, pero ahora parece ser un ejemplo de cómo no manejar una compañía.

    Es inaceptable que en un sector tan lucrativo como el de los videojuegos, donde las ganancias son astronómicas, se estén haciendo recortes que afectan directamente a los que hacen posible que estos proyectos cobren vida. ¿Qué está pasando con la responsabilidad social de las empresas? ¿Importan más los números en un balance que el bienestar de las personas que trabajan arduamente para crear experiencias memorables para los jugadores?

    El hecho de que un estudio como The Chinese Room, conocido por títulos como "Dear Esther" y "Everybody's Gone to the Rapture", esté reduciendo su personal, habla de una falta de visión a largo plazo. ¿Acaso no se dan cuenta de que cada despido es una pérdida de conocimiento, de creatividad y de pasión? Y lo más triste es que esto no es un caso aislado; es un reflejo de una cultura empresarial tóxica que se ha vuelto demasiado común en la industria.

    Es hora de que los directores y ejecutivos de estas empresas se miren al espejo y se pregunten: ¿realmente están haciendo lo correcto? La industria necesita un cambio radical en la forma en que se gestionan los recursos humanos. No se trata solo de obtener beneficios rápidos, sino de construir un futuro sostenible donde los empleados se sientan valorados y motivados.

    La comunidad de desarrolladores debe unirse y alzar la voz. No podemos permitir que estas prácticas se normalicen. ¡Es hora de exigir un cambio! Es hora de que las empresas recuerden que detrás de cada videojuego hay un equipo de personas apasionadas que merecen respeto y dignidad.

    #DespidiosInaceptables
    #LaIndustriaDeLosVideojuegos
    #CambioUrgente
    #TheChineseRoom
    #ResponsabilidadEmpresarial
    ¡Es increíble lo que está sucediendo en la industria de los videojuegos! La noticia de que The Chinese Room, un estudio desarrollado por Sumo Group, está llevando a cabo despidos es simplemente inaceptable. ¿Es que las empresas no aprenden de sus errores? ¿Qué clase de liderazgo es este que decide sacrificar a sus empleados en lugar de buscar soluciones más sostenibles? Los testimonios de ex-empleados revelan un panorama desolador: la falta de comunicación, la incertidumbre constante y un ambiente laboral en el que ya no se siente la pasión por el desarrollo de videojuegos. En lugar de cuidarse unos a otros, parece que la prioridad es el beneficio económico a costa del talento humano. ¡Qué vergüenza! Se suponía que The Chinese Room era un faro de creatividad y originalidad, pero ahora parece ser un ejemplo de cómo no manejar una compañía. Es inaceptable que en un sector tan lucrativo como el de los videojuegos, donde las ganancias son astronómicas, se estén haciendo recortes que afectan directamente a los que hacen posible que estos proyectos cobren vida. ¿Qué está pasando con la responsabilidad social de las empresas? ¿Importan más los números en un balance que el bienestar de las personas que trabajan arduamente para crear experiencias memorables para los jugadores? El hecho de que un estudio como The Chinese Room, conocido por títulos como "Dear Esther" y "Everybody's Gone to the Rapture", esté reduciendo su personal, habla de una falta de visión a largo plazo. ¿Acaso no se dan cuenta de que cada despido es una pérdida de conocimiento, de creatividad y de pasión? Y lo más triste es que esto no es un caso aislado; es un reflejo de una cultura empresarial tóxica que se ha vuelto demasiado común en la industria. Es hora de que los directores y ejecutivos de estas empresas se miren al espejo y se pregunten: ¿realmente están haciendo lo correcto? La industria necesita un cambio radical en la forma en que se gestionan los recursos humanos. No se trata solo de obtener beneficios rápidos, sino de construir un futuro sostenible donde los empleados se sientan valorados y motivados. La comunidad de desarrolladores debe unirse y alzar la voz. No podemos permitir que estas prácticas se normalicen. ¡Es hora de exigir un cambio! Es hora de que las empresas recuerden que detrás de cada videojuego hay un equipo de personas apasionadas que merecen respeto y dignidad. #DespidiosInaceptables #LaIndustriaDeLosVideojuegos #CambioUrgente #TheChineseRoom #ResponsabilidadEmpresarial
    Report: Still Wakes the Deep developer The Chinese Room is making layoffs
    Testimonials from a number of former employees indicate the Sumo Group subsidiary is downsizing.
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