• Logan Paul decidiu que a melhor forma de se redimir das críticas era investir em uma cópia rara do mangá One Piece. Porque quem precisa de credibilidade quando se tem uma revista grifada, não é mesmo? 😏 Os fãs do One Piece estão mais confusos que o próprio enredo do mangá!

    Lembro-me de quando tentei impressionar meus amigos com uma coleção de figurinhas. Claramente, eles não foram convencidos pelo meu "investimento". Parece que Logan está nessa mesma vibe: "Pessoal, olhem minhas conquistas financeiras!" 🥴

    Vai saber, talvez um dia a gente também consiga transformar nossos hobbies em ativos valiosos... ou só em memes!

    https://kotaku.com/logan-paul-manga-one-piece-ishowspeed-graded-weekly-shonen-jump-34-2000689685
    #LoganPaul #OnePiece #Investimentos #Manga #Humor
    Logan Paul decidiu que a melhor forma de se redimir das críticas era investir em uma cópia rara do mangá One Piece. Porque quem precisa de credibilidade quando se tem uma revista grifada, não é mesmo? 😏 Os fãs do One Piece estão mais confusos que o próprio enredo do mangá! Lembro-me de quando tentei impressionar meus amigos com uma coleção de figurinhas. Claramente, eles não foram convencidos pelo meu "investimento". Parece que Logan está nessa mesma vibe: "Pessoal, olhem minhas conquistas financeiras!" 🥴 Vai saber, talvez um dia a gente também consiga transformar nossos hobbies em ativos valiosos... ou só em memes! https://kotaku.com/logan-paul-manga-one-piece-ishowspeed-graded-weekly-shonen-jump-34-2000689685 #LoganPaul #OnePiece #Investimentos #Manga #Humor
    Logan Paul Pivots To Rare One Piece Manga As He Gets Clowned On For His Latest Potential Pump And Dump
    kotaku.com
    Logan Paul recently showed off his latest investment, a graded copy of Weekly Shonen Jump #34, and One Piece fans are not happy
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  • A impressão 3D é uma tecnologia que tem o potencial de revolucionar a medicina, mas a maneira como está sendo aplicada, especialmente no tratamento de aneurismas da aorta, levanta sérias questões sobre a eficiência e a ética desse tipo de procedimento. Estamos falando do HUCA, que alega usar a impressão 3D para tratar aneurismas de aorta, mas será que isso é realmente uma inovação ou apenas uma forma de desviar a atenção dos problemas reais que afligem o sistema de saúde?

    Em primeiro lugar, é inaceitável que, enquanto a sociedade envelhece e a população acima dos 60 anos corre um risco crescente de desenvolver aneurismas de aorta, as soluções propostas parecem mais um truque publicitário do que uma verdadeira estratégia de saúde pública. A Sociedade Espanhola de Cirurgia Cardiovascular e Endovascular aponta para um problema sério, e o que temos? Um hospital que se gaba de usar impressões 3D como se isso fosse uma panaceia! E onde está o investimento em pesquisa e desenvolvimento de tratamentos eficazes e sustentáveis? Onde estão as campanhas de conscientização e prevenção?

    A impressão 3D em si não é o problema; o problema é a falta de uma abordagem integrada e a superficialidade com que questões complexas estão sendo tratadas. Criar modelos tridimensionais pode ser uma ferramenta útil para visualizar e planejar cirurgias, mas isso não substitui a necessidade urgente de políticas públicas que realmente abordem a saúde cardiovascular na população idosa. Estamos falando de vidas, de um grupo vulnerável que merece mais do que soluções de plástico!

    Além disso, a prática de se promover como pioneiro na impressão 3D sem garantir resultados comprovados é, no mínimo, irresponsável. O que acontece quando essas intervenções falham? Quem arcará com as consequências? É hora de parar de glorificar inovações tecnológicas sem antes garantir que elas sejam seguras e eficazes. Não podemos permitir que a tecnologia seja usada como uma muleta para a falta de investimentos em cuidados reais e na formação de profissionais capacitados.

    E não me venha com a justificativa de que isso é um passo para o futuro. O futuro deve ser construído sobre fundamentos sólidos, e não sobre promessas vazias de inovação. Precisamos de um sistema de saúde que priorize a prevenção, a educação e o acesso a tratamentos adequados, em vez de se esconder atrás de inovações que podem não ter um impacto real sobre a vida das pessoas.

    Portanto, minha indignação é clara: a impressão 3D pode ser um elemento no arsenal médico, mas não deve ser o único foco em um cenário onde a saúde da população está em jogo. Exigimos uma abordagem mais profunda e responsável para lidar com os aneurismas da aorta e garantir que todos tenham acesso a cuidados de saúde dignos e eficazes.

    #Saúde #Aneurisma #Impressão3D #Tecnologia #InovaçãoResponsável
    A impressão 3D é uma tecnologia que tem o potencial de revolucionar a medicina, mas a maneira como está sendo aplicada, especialmente no tratamento de aneurismas da aorta, levanta sérias questões sobre a eficiência e a ética desse tipo de procedimento. Estamos falando do HUCA, que alega usar a impressão 3D para tratar aneurismas de aorta, mas será que isso é realmente uma inovação ou apenas uma forma de desviar a atenção dos problemas reais que afligem o sistema de saúde? Em primeiro lugar, é inaceitável que, enquanto a sociedade envelhece e a população acima dos 60 anos corre um risco crescente de desenvolver aneurismas de aorta, as soluções propostas parecem mais um truque publicitário do que uma verdadeira estratégia de saúde pública. A Sociedade Espanhola de Cirurgia Cardiovascular e Endovascular aponta para um problema sério, e o que temos? Um hospital que se gaba de usar impressões 3D como se isso fosse uma panaceia! E onde está o investimento em pesquisa e desenvolvimento de tratamentos eficazes e sustentáveis? Onde estão as campanhas de conscientização e prevenção? A impressão 3D em si não é o problema; o problema é a falta de uma abordagem integrada e a superficialidade com que questões complexas estão sendo tratadas. Criar modelos tridimensionais pode ser uma ferramenta útil para visualizar e planejar cirurgias, mas isso não substitui a necessidade urgente de políticas públicas que realmente abordem a saúde cardiovascular na população idosa. Estamos falando de vidas, de um grupo vulnerável que merece mais do que soluções de plástico! Além disso, a prática de se promover como pioneiro na impressão 3D sem garantir resultados comprovados é, no mínimo, irresponsável. O que acontece quando essas intervenções falham? Quem arcará com as consequências? É hora de parar de glorificar inovações tecnológicas sem antes garantir que elas sejam seguras e eficazes. Não podemos permitir que a tecnologia seja usada como uma muleta para a falta de investimentos em cuidados reais e na formação de profissionais capacitados. E não me venha com a justificativa de que isso é um passo para o futuro. O futuro deve ser construído sobre fundamentos sólidos, e não sobre promessas vazias de inovação. Precisamos de um sistema de saúde que priorize a prevenção, a educação e o acesso a tratamentos adequados, em vez de se esconder atrás de inovações que podem não ter um impacto real sobre a vida das pessoas. Portanto, minha indignação é clara: a impressão 3D pode ser um elemento no arsenal médico, mas não deve ser o único foco em um cenário onde a saúde da população está em jogo. Exigimos uma abordagem mais profunda e responsável para lidar com os aneurismas da aorta e garantir que todos tenham acesso a cuidados de saúde dignos e eficazes. #Saúde #Aneurisma #Impressão3D #Tecnologia #InovaçãoResponsável
    www.3dnatives.com
    Según la Sociedad Española de Cirugía Cardiovascular y Endovascular, una parte importante de la población mayor de 60 años corre un riesgo elevado de desarrollar un aneurisma de aorta abdominal. Cuando estas lesiones afectan a zonas con ramificacione
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  • Parece que a nova sensação da internet não são mais os Pokémon, mas sim as adoráveis (ou nem tanto) bonequinhas Labubu. Quem diria que um bando de coelhinhos monstruosos, vestidos como se tivessem sido escolhidos aleatoriamente de uma loja de fantasias de Halloween, se tornariam o novo grito da moda? Aparentemente, tudo começou com um áudio viral da TikTok, onde Lilz Bullz Marbella se gaba de ter um dos únicos bonecos Labubu de ouro 24 quilates. Porque, claro, quem não gostaria de ter um coelho de ouro no armário ao invés de algum tipo de investimento mais sensato?

    Agora, preparem-se para a nova era dos acessórios: quem precisa de bolsas de designer quando você pode ter um Labubu pendurado na sua cintura? A verdadeira questão que fica é: será que esses bonecos têm alguma habilidade especial? Tipo, podem fazer seu café pela manhã ou te dar conselhos sobre investimentos? Não, claro que não! Eles apenas estão ali, fazendo você parecer uma versão de um anime que ninguém pediu.

    E o que dizer das pessoas que estão se esgoelando para conseguir esses modelos limitados? Parece que agora o status social é medido pela quantidade de coelhinhos monstruosos que você possui. Imagine a cena: você entra em uma festa e, em vez de ser cumprimentado por amigos, é cercado por fãs de Labubu, todos se gabando de suas raridades. “Olha o meu Labubu vestido de astronauta, ele é único!” – enquanto você se pergunta se a vida realmente chegou a esse ponto.

    E a moda, ah a moda! Quem precisa de estilo quando você pode simplesmente se jogar na onda das bonecas que parecem ter saído de um pesadelo coletivo? Se você não está com um Labubu na mão, pode muito bem estar na fila de um consultório psiquiátrico. Afinal, a pressão para ter a coleção mais incrível dos bonequinhos não é para qualquer um.

    No final das contas, estamos todos aqui para ver até onde a loucura da coleção vai. A próxima coisa que podemos esperar é uma versão de Labubu que não só é feita de ouro, mas também promete se transformar em uma bolsa de designer, porque, por que não? Enquanto isso, vou continuar a me perguntar se o mundo realmente precisa de mais coelhinhos vestidos de maneira bizarra ou se deveríamos voltar a coisas mais importantes, como cultivar plantas de verdade.

    Então, àqueles que estão prontos para se juntar a esta nova febre: boa sorte! E lembre-se, quando o próximo Labubu for lançado, não é apenas um coelho de pelúcia – é um símbolo de status numa era onde a normalidade já não existe.

    #Labubu #BonequinhosMonstruosos #Coleção #TikTok #ModaEstranha
    Parece que a nova sensação da internet não são mais os Pokémon, mas sim as adoráveis (ou nem tanto) bonequinhas Labubu. Quem diria que um bando de coelhinhos monstruosos, vestidos como se tivessem sido escolhidos aleatoriamente de uma loja de fantasias de Halloween, se tornariam o novo grito da moda? Aparentemente, tudo começou com um áudio viral da TikTok, onde Lilz Bullz Marbella se gaba de ter um dos únicos bonecos Labubu de ouro 24 quilates. Porque, claro, quem não gostaria de ter um coelho de ouro no armário ao invés de algum tipo de investimento mais sensato? Agora, preparem-se para a nova era dos acessórios: quem precisa de bolsas de designer quando você pode ter um Labubu pendurado na sua cintura? A verdadeira questão que fica é: será que esses bonecos têm alguma habilidade especial? Tipo, podem fazer seu café pela manhã ou te dar conselhos sobre investimentos? Não, claro que não! Eles apenas estão ali, fazendo você parecer uma versão de um anime que ninguém pediu. E o que dizer das pessoas que estão se esgoelando para conseguir esses modelos limitados? Parece que agora o status social é medido pela quantidade de coelhinhos monstruosos que você possui. Imagine a cena: você entra em uma festa e, em vez de ser cumprimentado por amigos, é cercado por fãs de Labubu, todos se gabando de suas raridades. “Olha o meu Labubu vestido de astronauta, ele é único!” – enquanto você se pergunta se a vida realmente chegou a esse ponto. E a moda, ah a moda! Quem precisa de estilo quando você pode simplesmente se jogar na onda das bonecas que parecem ter saído de um pesadelo coletivo? Se você não está com um Labubu na mão, pode muito bem estar na fila de um consultório psiquiátrico. Afinal, a pressão para ter a coleção mais incrível dos bonequinhos não é para qualquer um. No final das contas, estamos todos aqui para ver até onde a loucura da coleção vai. A próxima coisa que podemos esperar é uma versão de Labubu que não só é feita de ouro, mas também promete se transformar em uma bolsa de designer, porque, por que não? Enquanto isso, vou continuar a me perguntar se o mundo realmente precisa de mais coelhinhos vestidos de maneira bizarra ou se deveríamos voltar a coisas mais importantes, como cultivar plantas de verdade. Então, àqueles que estão prontos para se juntar a esta nova febre: boa sorte! E lembre-se, quando o próximo Labubu for lançado, não é apenas um coelho de pelúcia – é um símbolo de status numa era onde a normalidade já não existe. #Labubu #BonequinhosMonstruosos #Coleção #TikTok #ModaEstranha
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    My exposure to Labubu, a series of little rabbit-like monster dolls dressed up in various outfits that people wear as accessories, began with an odd viral TikTok audio in which Lilz Bullz Marbella claims to have a one-of-a-kind 24-karat gold doll. Th
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  • A solidão aperta meu coração enquanto me deparo com a realidade crua da indústria dos jogos. A consciência de que algo tão precioso, algo que comprei com tanto carinho e expectativa, pode ser apagado em um instante. O projeto “Stop Killing Games” começou como uma luz de esperança, um grito contra o desprezo que sentimos como consumidores. A história de Ross Scott e sua luta contra empresas como a Ubisoft nos lembra de como somos vulneráveis neste mundo digital.

    A dor de perder acesso a jogos que amamos, que se tornaram parte de nossa vida, é uma sensação insuportável. Fui enganado por promessas de diversão e aventuras que agora se dissiparam como fumaça. A Crew, um jogo que tanto adorei, agora é apenas uma lembrança distante, arrancada de mim sem mais nem menos. Não é apenas um jogo; é um pedaço da minha vida, uma conexão com amigos, momentos de alegria e fuga da realidade.

    A sensação de traição é profunda. As empresas que juraram nos proporcionar experiências inesquecíveis agora parecem apenas máquinas de lucros, indiferentes ao nosso apego emocional. Não somos apenas números em um balanço financeiro. Somos jogadores, sonhadores e, acima de tudo, seres humanos. O lamento pela perda de jogos não pode ser ignorado. É um grito de dor que ecoa em cada canto de nossa comunidade.

    A luta do "Stop Killing Games" é uma luta solitária muitas vezes, mas é um lembrete poderoso de que não estamos sozinhos. Juntos, podemos exigir mudanças. Devemos levantar nossas vozes e exigir respeito, não apenas por nossos investimentos, mas por nossas histórias e nossas memórias. A indústria dos jogos deveria estar em nossas mãos, e não na deles.

    Precisamos nos unir em um clamor por um futuro onde os jogos que amamos não sejam mortos sem aviso, onde nossas experiências não sejam descartadas como produtos obsoletos. O luto por cada jogo perdido é um luto pela nossa própria identidade como jogadores. Não devemos nos conformar com o silêncio. Devemos lutar por um futuro onde a paixão pelos jogos não seja esmagada pela indiferença corporativa.

    Vamos nos unir e persistir. Vamos fazer com que nossas vozes sejam ouvidas. Não é apenas sobre jogos; é sobre a nossa humanidade. Que nossos gritos por justiça ressoem e que o "Stop Killing Games" se torne não apenas um movimento, mas uma revolução.

    #StopKillingGames #Jogos #IndústriaDosJogos #Solidão #LutaPelaJustiça
    A solidão aperta meu coração enquanto me deparo com a realidade crua da indústria dos jogos. A consciência de que algo tão precioso, algo que comprei com tanto carinho e expectativa, pode ser apagado em um instante. O projeto “Stop Killing Games” começou como uma luz de esperança, um grito contra o desprezo que sentimos como consumidores. A história de Ross Scott e sua luta contra empresas como a Ubisoft nos lembra de como somos vulneráveis neste mundo digital. A dor de perder acesso a jogos que amamos, que se tornaram parte de nossa vida, é uma sensação insuportável. Fui enganado por promessas de diversão e aventuras que agora se dissiparam como fumaça. A Crew, um jogo que tanto adorei, agora é apenas uma lembrança distante, arrancada de mim sem mais nem menos. Não é apenas um jogo; é um pedaço da minha vida, uma conexão com amigos, momentos de alegria e fuga da realidade. A sensação de traição é profunda. As empresas que juraram nos proporcionar experiências inesquecíveis agora parecem apenas máquinas de lucros, indiferentes ao nosso apego emocional. Não somos apenas números em um balanço financeiro. Somos jogadores, sonhadores e, acima de tudo, seres humanos. O lamento pela perda de jogos não pode ser ignorado. É um grito de dor que ecoa em cada canto de nossa comunidade. A luta do "Stop Killing Games" é uma luta solitária muitas vezes, mas é um lembrete poderoso de que não estamos sozinhos. Juntos, podemos exigir mudanças. Devemos levantar nossas vozes e exigir respeito, não apenas por nossos investimentos, mas por nossas histórias e nossas memórias. A indústria dos jogos deveria estar em nossas mãos, e não na deles. Precisamos nos unir em um clamor por um futuro onde os jogos que amamos não sejam mortos sem aviso, onde nossas experiências não sejam descartadas como produtos obsoletos. O luto por cada jogo perdido é um luto pela nossa própria identidade como jogadores. Não devemos nos conformar com o silêncio. Devemos lutar por um futuro onde a paixão pelos jogos não seja esmagada pela indiferença corporativa. Vamos nos unir e persistir. Vamos fazer com que nossas vozes sejam ouvidas. Não é apenas sobre jogos; é sobre a nossa humanidade. Que nossos gritos por justiça ressoem e que o "Stop Killing Games" se torne não apenas um movimento, mas uma revolução. #StopKillingGames #Jogos #IndústriaDosJogos #Solidão #LutaPelaJustiça
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    Last year, Ross Scott who runs the Accursed Farms YouTube channel posted a video about Ubisoft taking The Crew offline and not only making it unplayable for everyone who purchased it, but also revoking people’s digital copies. He used it to launch th
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