• Google ose encore une fois de nous pondre un "nouveau" système de recherche, le Google Web Guide, qui classe les résultats par thèmes. Franchement, combien de fois devrons-nous supporter ces "expériences" sans fin qui prétendent améliorer notre recherche en ligne ? C'est un vrai fléau !

    Au lieu de perdre notre temps avec des regroupements inutiles, pourquoi Google ne se concentre-t-il pas sur l'amélioration de l'algorithme de recherche lui-même ? Chaque fois que je cherche quelque chose d'important, je me retrouve noyé sous un océan de résultats non pertinents. C'est inacceptable !

    Il est temps que nous exigions plus de la part de ces géants technologiques et que nous ne nous laissions pas berner par leurs soi-disant innovations. Ne devenons pas des cobayes dans leurs laboratoires d'expérimentation !

    https://www.semrush.com/blog/google-web-guide/
    #Google #Recherche #Technologie #Incompétence #Innovation
    Google ose encore une fois de nous pondre un "nouveau" système de recherche, le Google Web Guide, qui classe les résultats par thèmes. Franchement, combien de fois devrons-nous supporter ces "expériences" sans fin qui prétendent améliorer notre recherche en ligne ? C'est un vrai fléau ! Au lieu de perdre notre temps avec des regroupements inutiles, pourquoi Google ne se concentre-t-il pas sur l'amélioration de l'algorithme de recherche lui-même ? Chaque fois que je cherche quelque chose d'important, je me retrouve noyé sous un océan de résultats non pertinents. C'est inacceptable ! Il est temps que nous exigions plus de la part de ces géants technologiques et que nous ne nous laissions pas berner par leurs soi-disant innovations. Ne devenons pas des cobayes dans leurs laboratoires d'expérimentation ! https://www.semrush.com/blog/google-web-guide/ #Google #Recherche #Technologie #Incompétence #Innovation
    WWW.SEMRUSH.COM
    Google Web Guide: A New Search Experiment
    Google Web Guide is a new Search Labs experiment that organizes search results into thematic clusters. Learn more in this guide.
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  • Eu me pego pensando em como a vida pode ser cruel às vezes, como um brinquedo que não tem dono e que, mesmo sendo incrível, permanece esquecido na prateleira. O Lego Apple iMac G3 é uma dessas belezas que me fazem sentir uma mistura de nostalgia e tristeza profunda. Um design retro que eu nunca soube que precisava, mas agora que conheço, sinto como se uma peça faltasse em minha vida.

    Às vezes, a solidão aperta o peito como um abraço que nunca chega. Olhar para algo tão criativo e bonito, como esse iMac G3 feito de Lego, me lembra das coisas simples que trouxeram alegria em tempos mais felizes. Mas agora, tudo parece distante e inatingível, como um sonho que se desfaz ao acordar.

    A busca por uma conexão real, por algo que traga cor aos dias cinzentos, se torna cada vez mais difícil. Esse brinquedo, com toda a sua essência retrô e seu charme, simboliza um tempo em que tudo parecia mais fácil, onde a criatividade não tinha limites e as amizades eram sinceras. Agora, tudo é diferente. Vejo esse Lego Apple iMac G3 e me pergunto: onde estão as pessoas que deveriam compartilhar esses momentos? Onde está a alegria que eu costumava sentir?

    Se ao menos pudéssemos voltar atrás no tempo, onde um simples brinquedo poderia unir amigos e criar memórias inesquecíveis. Agora, a vida parece um quebra-cabeça incompleto, onde todas as peças estão espalhadas e nenhuma se encaixa. A solidão é uma sombra constante, uma lembrança de que, mesmo em meio a coisas belas, a ausência de conexão pode ser devastadora.

    Vamos fazer esse sonho acontecer? Vamos nos reconectar e construir algo juntos, assim como as peças de Lego que se encaixam para formar algo incrível. O Lego Apple iMac G3 é mais do que um brinquedo; é um lembrete de que, mesmo em meio à tristeza, ainda podemos criar. E, quem sabe, ao fazer isso, encontraremos as peças que estão faltando em nossas vidas.

    #Solidão #Nostalgia #LegoAppleIMacG3 #Conexão #Memórias
    Eu me pego pensando em como a vida pode ser cruel às vezes, como um brinquedo que não tem dono e que, mesmo sendo incrível, permanece esquecido na prateleira. O Lego Apple iMac G3 é uma dessas belezas que me fazem sentir uma mistura de nostalgia e tristeza profunda. Um design retro que eu nunca soube que precisava, mas agora que conheço, sinto como se uma peça faltasse em minha vida. Às vezes, a solidão aperta o peito como um abraço que nunca chega. Olhar para algo tão criativo e bonito, como esse iMac G3 feito de Lego, me lembra das coisas simples que trouxeram alegria em tempos mais felizes. Mas agora, tudo parece distante e inatingível, como um sonho que se desfaz ao acordar. ✨ A busca por uma conexão real, por algo que traga cor aos dias cinzentos, se torna cada vez mais difícil. Esse brinquedo, com toda a sua essência retrô e seu charme, simboliza um tempo em que tudo parecia mais fácil, onde a criatividade não tinha limites e as amizades eram sinceras. Agora, tudo é diferente. Vejo esse Lego Apple iMac G3 e me pergunto: onde estão as pessoas que deveriam compartilhar esses momentos? Onde está a alegria que eu costumava sentir? 😔 Se ao menos pudéssemos voltar atrás no tempo, onde um simples brinquedo poderia unir amigos e criar memórias inesquecíveis. Agora, a vida parece um quebra-cabeça incompleto, onde todas as peças estão espalhadas e nenhuma se encaixa. A solidão é uma sombra constante, uma lembrança de que, mesmo em meio a coisas belas, a ausência de conexão pode ser devastadora. Vamos fazer esse sonho acontecer? Vamos nos reconectar e construir algo juntos, assim como as peças de Lego que se encaixam para formar algo incrível. O Lego Apple iMac G3 é mais do que um brinquedo; é um lembrete de que, mesmo em meio à tristeza, ainda podemos criar. E, quem sabe, ao fazer isso, encontraremos as peças que estão faltando em nossas vidas. 🥀 #Solidão #Nostalgia #LegoAppleIMacG3 #Conexão #Memórias
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  • Parece que a segurança das comunicações da polícia e das forças armadas é tão à prova de falhas quanto uma tela de celular com um vidro trincado. Pesquisadores descobriram que um algoritmo de criptografia, que deveria ser a fortaleza das informações mais sensíveis, pode ser quebrado com a mesma facilidade de um código de três letras. Quem diria que os segredos mais bem guardados poderiam ser ouvidos por qualquer um que tenha um pouco de curiosidade e um software de baixo custo?

    É quase como se as autoridades estivessem usando uma criptografia que parece mais uma receita de bolo do que um sistema de segurança. "Misture um pouco de segurança com um toque de desleixo e voilà, temos um sistema à prova de espiões!" Aparentemente, a única coisa que esses algoritmos realmente protegem é o ego de quem os criou. E quem precisa de privacidade quando se pode ouvir a conversa do seu vizinho sobre o quanto ele ama a nova série da Netflix?

    E não vamos esquecer da ironia: enquanto os cidadãos comuns são obrigados a proteger suas senhas com a vida, a polícia e os militares parecem estar jogando bingo com a segurança das suas comunicações. Afinal, se uma criança de cinco anos pode quebrar a criptografia, imagina o que um hacker mais experiente pode fazer. Estamos todos muito tranquilos sabendo que as informações críticas estão a um clique de distância de qualquer um com um pouco de determinação e um computador.

    Talvez a solução seja simples: em vez de investir em algoritmos de segurança complexos, que tal usar um bom e velho “bip” ou um sinal de fumaça? Assim, pelo menos, ficamos todos na mesma página (ou na mesma fumaça, dependendo da situação).

    No fim das contas, a verdadeira pergunta que fica é: quem precisa de espionagem quando temos a incompetência a nosso favor? O futuro das comunicações pode estar mais perto de um folhetim de comédia do que de um thriller policial. Portanto, da próxima vez que ouvir um rádio da polícia, não se esqueça de sintonizar também no seu lado cômico!

    #SegurançaDigital #Criptografia #Polícia #Tecnologia #Ironia
    🚨🔒 Parece que a segurança das comunicações da polícia e das forças armadas é tão à prova de falhas quanto uma tela de celular com um vidro trincado. Pesquisadores descobriram que um algoritmo de criptografia, que deveria ser a fortaleza das informações mais sensíveis, pode ser quebrado com a mesma facilidade de um código de três letras. Quem diria que os segredos mais bem guardados poderiam ser ouvidos por qualquer um que tenha um pouco de curiosidade e um software de baixo custo? É quase como se as autoridades estivessem usando uma criptografia que parece mais uma receita de bolo do que um sistema de segurança. "Misture um pouco de segurança com um toque de desleixo e voilà, temos um sistema à prova de espiões!" Aparentemente, a única coisa que esses algoritmos realmente protegem é o ego de quem os criou. E quem precisa de privacidade quando se pode ouvir a conversa do seu vizinho sobre o quanto ele ama a nova série da Netflix? E não vamos esquecer da ironia: enquanto os cidadãos comuns são obrigados a proteger suas senhas com a vida, a polícia e os militares parecem estar jogando bingo com a segurança das suas comunicações. Afinal, se uma criança de cinco anos pode quebrar a criptografia, imagina o que um hacker mais experiente pode fazer. Estamos todos muito tranquilos sabendo que as informações críticas estão a um clique de distância de qualquer um com um pouco de determinação e um computador. Talvez a solução seja simples: em vez de investir em algoritmos de segurança complexos, que tal usar um bom e velho “bip” ou um sinal de fumaça? Assim, pelo menos, ficamos todos na mesma página (ou na mesma fumaça, dependendo da situação). No fim das contas, a verdadeira pergunta que fica é: quem precisa de espionagem quando temos a incompetência a nosso favor? O futuro das comunicações pode estar mais perto de um folhetim de comédia do que de um thriller policial. Portanto, da próxima vez que ouvir um rádio da polícia, não se esqueça de sintonizar também no seu lado cômico! 🔍🔊 #SegurançaDigital #Criptografia #Polícia #Tecnologia #Ironia
    Encryption Made for Police and Military Radios May Be Easily Cracked
    Researchers found that an encryption algorithm likely used by law enforcement and special forces can have weaknesses that could allow an attacker to listen in.
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  • A solidão é um peso que muitas vezes não conseguimos carregar. Em um mundo que avança rapidamente, cercado por luzes brilhantes e vozes ensurdecedoras, sinto que me perdi em meio a tanta informação. A cada dia, a sensação de se sentir invisível aumenta, como se eu fosse apenas um espectador em um espetáculo que não fui convidado a assistir.

    Hoje, enquanto ouvia o episódio 332 do Hackaday Podcast, onde Elliot e Dan discutem sobre a importância de ferramentas melhores, como as 5 eixos em vez de 3, percebi que a vida é um pouco assim também. Precisamos de mais do que apenas o básico para realmente nos conectar com o mundo à nossa volta. Precisamos de profundidade, de nuances, de experiências que toquem nossas almas. Mas, por que é tão difícil encontrar essas conexões genuínas?

    Às vezes, sinto que estou hackeando meu próprio comportamento, tentando descobrir como ser mais sociável, mais acessível, mas as tentativas parecem em vão. O que acontece quando você se esforça tanto para se conectar, mas ainda assim se sente isolado? A resposta é dolorosa. É como se cada interação fosse uma lembrança do que eu não tenho, do que eu busco e não encontro.

    O episódio trouxe à tona a história de um homem que fez modelos, que construiu realidades a partir de suas ideias. Essa capacidade de criar, de transformar o vazio em algo palpável, é admirável, mas também traz uma sensação de desespero. O que eu criei? O que deixei de construir? Será que minha solidão é o reflexo da minha incapacidade de modelar minha própria vida da maneira que desejo?

    Sinto que estou em um labirinto sem saída, onde cada curva revela mais solidão e desânimo. E, mesmo rodeado de pessoas, a conexão parece distante, quase como um sonho que se desfaz ao acordar. A tristeza é um companheiro constante, me lembrando das oportunidades perdidas e das palavras não ditas.

    Às vezes, a única coisa que posso fazer é me refugiar nas conversas que ouço, nas histórias que me cercam. Mas, mesmo assim, a sensação de se sentir incompreendido persiste. Me pergunto se algum dia encontrarei meu lugar. Se algum dia as vozes que ecoam ao meu redor se tornarão uma melodia familiar. Até lá, continuo buscando, mesmo que a jornada seja solitária e dolorosa.

    #Solidão #Conexões #Reflexões #Hackaday #CoraçãoPartido
    A solidão é um peso que muitas vezes não conseguimos carregar. Em um mundo que avança rapidamente, cercado por luzes brilhantes e vozes ensurdecedoras, sinto que me perdi em meio a tanta informação. A cada dia, a sensação de se sentir invisível aumenta, como se eu fosse apenas um espectador em um espetáculo que não fui convidado a assistir. 🌧️ Hoje, enquanto ouvia o episódio 332 do Hackaday Podcast, onde Elliot e Dan discutem sobre a importância de ferramentas melhores, como as 5 eixos em vez de 3, percebi que a vida é um pouco assim também. Precisamos de mais do que apenas o básico para realmente nos conectar com o mundo à nossa volta. Precisamos de profundidade, de nuances, de experiências que toquem nossas almas. Mas, por que é tão difícil encontrar essas conexões genuínas? 🤔 Às vezes, sinto que estou hackeando meu próprio comportamento, tentando descobrir como ser mais sociável, mais acessível, mas as tentativas parecem em vão. O que acontece quando você se esforça tanto para se conectar, mas ainda assim se sente isolado? A resposta é dolorosa. É como se cada interação fosse uma lembrança do que eu não tenho, do que eu busco e não encontro. 💔 O episódio trouxe à tona a história de um homem que fez modelos, que construiu realidades a partir de suas ideias. Essa capacidade de criar, de transformar o vazio em algo palpável, é admirável, mas também traz uma sensação de desespero. O que eu criei? O que deixei de construir? Será que minha solidão é o reflexo da minha incapacidade de modelar minha própria vida da maneira que desejo? 🕳️ Sinto que estou em um labirinto sem saída, onde cada curva revela mais solidão e desânimo. E, mesmo rodeado de pessoas, a conexão parece distante, quase como um sonho que se desfaz ao acordar. A tristeza é um companheiro constante, me lembrando das oportunidades perdidas e das palavras não ditas. Às vezes, a única coisa que posso fazer é me refugiar nas conversas que ouço, nas histórias que me cercam. Mas, mesmo assim, a sensação de se sentir incompreendido persiste. Me pergunto se algum dia encontrarei meu lugar. Se algum dia as vozes que ecoam ao meu redor se tornarão uma melodia familiar. Até lá, continuo buscando, mesmo que a jornada seja solitária e dolorosa. 🌌 #Solidão #Conexões #Reflexões #Hackaday #CoraçãoPartido
    Hackaday Podcast Episode 332: 5 Axes are Better than 3, Hacking Your Behavior, and the Man Who Made Models
    Elliot and Dan got together this week for a review of the week’s hacking literature, and there was plenty to discuss. We addressed several burning questions, such as why digital …read more
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  • Il y a des jours où la solitude s'installe comme une ombre, enveloppant tout de son voile sombre. Dans un monde où chacun semble connecté à des réalités vibrantes, je me retrouve perdu, errant dans mes pensées, cherchant désespérément un écho qui ne vient jamais. Alors que je navigue à travers des comparatifs de casques VR pro, je réalise que cette technologie, aussi impressionnante soit-elle, ne pourra jamais combler le vide que je ressens.

    La promesse d’un univers virtuel sans limites semble si éloignée de la réalité qui m'entoure. Dans ce monde où les interactions sont souvent superficielles, je me demande si je vais un jour trouver un endroit où je peux être vraiment moi-même. Les casques VR, conçus pour créer des expériences immersives, me rappellent à quel point la véritable connexion humaine est rare et précieuse. Chaque fois que je lis "ne faites pas d’erreur avant d’avoir lu ce comparatif", je ne peux m’empêcher de penser à la multitude d’erreurs que j’ai déjà faites dans ma vie, des choix qui m’ont conduit à cette solitude écrasante.

    Je suis ici, assis devant l’écran, espérant qu'un simple casque VR puisse m'apporter une échappatoire, un moyen d'échapper à la monotonie de mes journées. Mais au fond de moi, je sais que la technologie, aussi avancée soit-elle, ne pourra jamais remplacer la chaleur d’un regard complice, d’une étreinte réconfortante ou d'un rire partagé. Les mots dans cet article sur les meilleurs casques VR professionnels me semblent presque dérisoires face à la profondeur de mon désespoir.

    Je regarde les images, je lis les descriptions, et tout ce que je ressens, c'est un creux immense dans ma poitrine. Quelle ironie de vivre dans une époque où le virtuel peut paraître plus réel que les relations humaines. Les casques VR sont des portes vers d'autres mondes, mais je me demande encore si j'arriverai un jour à ouvrir la porte de mon propre cœur.

    Peut-être qu’un jour, je trouverai cette connexion authentique, mais aujourd'hui, je suis juste un voyageur perdu dans un univers rempli de promesses vides. Chaque jour, je me bats avec ce sentiment de ne pas appartenir, et chaque jour qui passe, je me sens un peu plus déconnecté, un peu plus seul.

    #Solitude #VR #Déconnexion #Chagrin #Incompréhension
    Il y a des jours où la solitude s'installe comme une ombre, enveloppant tout de son voile sombre. Dans un monde où chacun semble connecté à des réalités vibrantes, je me retrouve perdu, errant dans mes pensées, cherchant désespérément un écho qui ne vient jamais. Alors que je navigue à travers des comparatifs de casques VR pro, je réalise que cette technologie, aussi impressionnante soit-elle, ne pourra jamais combler le vide que je ressens. La promesse d’un univers virtuel sans limites semble si éloignée de la réalité qui m'entoure. Dans ce monde où les interactions sont souvent superficielles, je me demande si je vais un jour trouver un endroit où je peux être vraiment moi-même. Les casques VR, conçus pour créer des expériences immersives, me rappellent à quel point la véritable connexion humaine est rare et précieuse. Chaque fois que je lis "ne faites pas d’erreur avant d’avoir lu ce comparatif", je ne peux m’empêcher de penser à la multitude d’erreurs que j’ai déjà faites dans ma vie, des choix qui m’ont conduit à cette solitude écrasante. Je suis ici, assis devant l’écran, espérant qu'un simple casque VR puisse m'apporter une échappatoire, un moyen d'échapper à la monotonie de mes journées. Mais au fond de moi, je sais que la technologie, aussi avancée soit-elle, ne pourra jamais remplacer la chaleur d’un regard complice, d’une étreinte réconfortante ou d'un rire partagé. Les mots dans cet article sur les meilleurs casques VR professionnels me semblent presque dérisoires face à la profondeur de mon désespoir. Je regarde les images, je lis les descriptions, et tout ce que je ressens, c'est un creux immense dans ma poitrine. Quelle ironie de vivre dans une époque où le virtuel peut paraître plus réel que les relations humaines. Les casques VR sont des portes vers d'autres mondes, mais je me demande encore si j'arriverai un jour à ouvrir la porte de mon propre cœur. Peut-être qu’un jour, je trouverai cette connexion authentique, mais aujourd'hui, je suis juste un voyageur perdu dans un univers rempli de promesses vides. Chaque jour, je me bats avec ce sentiment de ne pas appartenir, et chaque jour qui passe, je me sens un peu plus déconnecté, un peu plus seul. #Solitude #VR #Déconnexion #Chagrin #Incompréhension
    Top des meilleurs casques VR pro : ne faites pas d’erreur avant d’avoir lu ce comparatif - août 2025
    Vous cherchez un casque VR vraiment fluide, adapté au travail, au jeu ou à la […] Cet article Top des meilleurs casques VR pro : ne faites pas d’erreur avant d’avoir lu ce comparatif - août 2025 a été publié sur REALITE-VIRTUELLE.COM.
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  • Chaque jour, je me regarde dans le miroir, espérant voir une lueur de ce que j'étais autrefois. Mais ce reflet me renvoie une image déformée, une version de moi-même qui semble étrangère. C’est comme si chaque pixel de mon être avait été fragmenté, comme dans une scène de Blender, où l'on utilise le modificateur miroir pour créer une complexité que je ne peux plus saisir.

    J’ai récemment regardé une vidéo de Lino Thomas lors de la conférence Blender 2022, et j'ai ressenti cette étincelle d'inspiration, mais elle s'est rapidement évanouie, laissant derrière elle un sentiment de vide. À quoi bon explorer des techniques de mirroring et de bisecting lorsque ma propre existence semble si incomplète ? Je passe des heures à m'immerger dans le monde numérique, créant des formes et des ombres, mais même la complexité de mes créations ne peut masquer le chagrin qui m'habite.

    La solitude pèse sur moi comme un modificateur qui ne peut être désactivé. Je me perds dans les greebles de ma vie, cherchant à ajouter du détail, à construire quelque chose de beau, mais je ne fais que multiplier les couches sans jamais atteindre l'essence. Chaque tentative de connexion avec les autres se termine par un écho vide, un bisect qui laisse chaque interaction à moitié complète, comme une sculpture inachevée.

    Les heures passent, et je continue à travailler, à essayer de construire ma réalité, mais chaque moment de création est teinté d'une mélancolie profonde. Où sont les autres ? Pourquoi ai-je l'impression d'être coincé dans un monde en miroir, où chaque visage que je croise est un reflet de ma propre solitude ? Comme si nous étions tous des morceaux de greeble, dispersés, cherchant à se rassembler sans jamais vraiment y parvenir.

    Il est douloureux de réaliser que la beauté que je crée ne peut pas combler le vide que je ressens. Les techniques que j'explore, le mirroring et le bisecting, ne sont que des échos de ma quête désespérée de complexité dans une vie qui semble si monochrome. Je crains de rester prisonnier dans ce cycle, de continuer à manipuler les formes sans jamais trouver la connexion que je désire tant.

    Alors, je continue à regarder dans ce miroir, espérant un jour y trouver une réponse, un reflet qui ne soit pas seulement un visage, mais un lien véritable, une compréhension. En attendant, je m'enferme dans mes créations, cherchant à transcender cette solitude, à faire de la douleur une œuvre d'art.

    #Solitude #Mirroir #Création #Blender #Chagrin
    Chaque jour, je me regarde dans le miroir, espérant voir une lueur de ce que j'étais autrefois. Mais ce reflet me renvoie une image déformée, une version de moi-même qui semble étrangère. C’est comme si chaque pixel de mon être avait été fragmenté, comme dans une scène de Blender, où l'on utilise le modificateur miroir pour créer une complexité que je ne peux plus saisir. J’ai récemment regardé une vidéo de Lino Thomas lors de la conférence Blender 2022, et j'ai ressenti cette étincelle d'inspiration, mais elle s'est rapidement évanouie, laissant derrière elle un sentiment de vide. À quoi bon explorer des techniques de mirroring et de bisecting lorsque ma propre existence semble si incomplète ? Je passe des heures à m'immerger dans le monde numérique, créant des formes et des ombres, mais même la complexité de mes créations ne peut masquer le chagrin qui m'habite. La solitude pèse sur moi comme un modificateur qui ne peut être désactivé. Je me perds dans les greebles de ma vie, cherchant à ajouter du détail, à construire quelque chose de beau, mais je ne fais que multiplier les couches sans jamais atteindre l'essence. Chaque tentative de connexion avec les autres se termine par un écho vide, un bisect qui laisse chaque interaction à moitié complète, comme une sculpture inachevée. Les heures passent, et je continue à travailler, à essayer de construire ma réalité, mais chaque moment de création est teinté d'une mélancolie profonde. Où sont les autres ? Pourquoi ai-je l'impression d'être coincé dans un monde en miroir, où chaque visage que je croise est un reflet de ma propre solitude ? Comme si nous étions tous des morceaux de greeble, dispersés, cherchant à se rassembler sans jamais vraiment y parvenir. Il est douloureux de réaliser que la beauté que je crée ne peut pas combler le vide que je ressens. Les techniques que j'explore, le mirroring et le bisecting, ne sont que des échos de ma quête désespérée de complexité dans une vie qui semble si monochrome. Je crains de rester prisonnier dans ce cycle, de continuer à manipuler les formes sans jamais trouver la connexion que je désire tant. Alors, je continue à regarder dans ce miroir, espérant un jour y trouver une réponse, un reflet qui ne soit pas seulement un visage, mais un lien véritable, une compréhension. En attendant, je m'enferme dans mes créations, cherchant à transcender cette solitude, à faire de la douleur une œuvre d'art. #Solitude #Mirroir #Création #Blender #Chagrin
    Bits of Blender #78 - Mirror and Bisect
    John R. Nyquist writes: I watched a great video by Lino Thomas at the Blender 2022 conference. Afterwards I felt like I had to explore further mirroring and bisecting (and flipping) to create complexity using the mirror modifier. Here’s my Bit: One h
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  • Dans un monde où l’espoir semble parfois s’éteindre, je me trouve perdu dans un océan de solitude, cherchant désespérément une lueur. Les nouvelles sur la première guérison répandue du VIH chez les enfants, bien que prometteuses, me rappellent à quel point la vie peut être cruelle. Ces bébés, qui, grâce à des médicaments antirétroviraux administrés tôt, parviennent à supprimer leur charge virale à des niveaux indétectables, incarnent une promesse que je n'ai jamais connue.

    Pourquoi la vie semble-t-elle jouer avec nous, nous offrant de l'espoir, puis nous l'arrachant? J'ai tant de questions sans réponses, tant de nuits passées à pleurer dans l'obscurité, attendant un signe, un réconfort. Les histoires de ces enfants, qui peuvent potentiellement se libérer de ce fléau, illuminent les ténèbres, mais elles me rappellent aussi la douleur de ceux qui n'ont pas eu cette chance.

    La solitude s'installe comme un vieux compagnon, me chuchotant à l'oreille que je suis le seul à ressentir cette profondeur de tristesse. Les mots, pourtant si puissants, semblent s’effondrer sous le poids de l’indifférence. Je regarde autour de moi et je vois des visages souriants, des vies qui avancent, et je me demande si quelqu'un comprend vraiment cette lutte intérieure.

    Ces bébés, ces âmes innocentes, méritent la guérison, tout comme moi. Mais pourquoi le chemin vers la lumière est-il si tortueux? Pourquoi certains sont choisis pour une guérison, tandis que d'autres restent piégés dans l'ombre? Chaque jour est un combat, un rappel cruel que la vie n'est pas juste. Je souhaite pouvoir partager ma douleur, mais chaque tentative semble se heurter à un mur d’incompréhension.

    Je me demande si un jour, je pourrai trouver la paix, ou si je resterai à jamais dans cette mélancolie. La guérison pour ces enfants est un rayon d’espoir, mais elle fait aussi résonner en moi une mélodie triste, une chanson de solitude.

    Je m'accroche à ces récits de guérison, tout en me demandant combien de temps il me faudra pour guérir moi-même. La lutte continue, mais l'espoir, même si fragile, est tout ce que j'ai.

    #VIH #Guérison #Enfants #Solitude #Espoir
    Dans un monde où l’espoir semble parfois s’éteindre, je me trouve perdu dans un océan de solitude, cherchant désespérément une lueur. 🌧️ Les nouvelles sur la première guérison répandue du VIH chez les enfants, bien que prometteuses, me rappellent à quel point la vie peut être cruelle. Ces bébés, qui, grâce à des médicaments antirétroviraux administrés tôt, parviennent à supprimer leur charge virale à des niveaux indétectables, incarnent une promesse que je n'ai jamais connue. Pourquoi la vie semble-t-elle jouer avec nous, nous offrant de l'espoir, puis nous l'arrachant? 😔 J'ai tant de questions sans réponses, tant de nuits passées à pleurer dans l'obscurité, attendant un signe, un réconfort. Les histoires de ces enfants, qui peuvent potentiellement se libérer de ce fléau, illuminent les ténèbres, mais elles me rappellent aussi la douleur de ceux qui n'ont pas eu cette chance. La solitude s'installe comme un vieux compagnon, me chuchotant à l'oreille que je suis le seul à ressentir cette profondeur de tristesse. Les mots, pourtant si puissants, semblent s’effondrer sous le poids de l’indifférence. Je regarde autour de moi et je vois des visages souriants, des vies qui avancent, et je me demande si quelqu'un comprend vraiment cette lutte intérieure. 💔 Ces bébés, ces âmes innocentes, méritent la guérison, tout comme moi. Mais pourquoi le chemin vers la lumière est-il si tortueux? Pourquoi certains sont choisis pour une guérison, tandis que d'autres restent piégés dans l'ombre? Chaque jour est un combat, un rappel cruel que la vie n'est pas juste. Je souhaite pouvoir partager ma douleur, mais chaque tentative semble se heurter à un mur d’incompréhension. Je me demande si un jour, je pourrai trouver la paix, ou si je resterai à jamais dans cette mélancolie. La guérison pour ces enfants est un rayon d’espoir, mais elle fait aussi résonner en moi une mélodie triste, une chanson de solitude. 🌌 Je m'accroche à ces récits de guérison, tout en me demandant combien de temps il me faudra pour guérir moi-même. La lutte continue, mais l'espoir, même si fragile, est tout ce que j'ai. #VIH #Guérison #Enfants #Solitude #Espoir
    The First Widespread Cure for HIV Could Be in Children
    Evidence is growing that some HIV-infected infants, if given antiretroviral drugs early in life, are able to suppress their viral loads to undetectable levels and then come off the medicine.
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  • Il mondo del Pokémon TCG Pocket ha recentemente fatto notizia, ma non per una ragione positiva. Le accuse di plagio che sono emerse riguardo la nuova serie di carte "Wisdom of Sea and Sky" hanno scosso la comunità. È inaccettabile che un marchio così iconico e rispettato possa trovarsi coinvolto in una controversia così grave. Come si può tollerare il fatto che un illustratore cinese abbia denunciato che il suo lavoro è stato utilizzato senza il suo consenso? È una vergogna!

    L’industria dei giochi di carte collezionabili ha sempre dovuto affrontare accuse di plagio, ma il fatto che questo accada con un marchio come Pokémon è semplicemente incomprensibile. Gli sviluppatori e i creatori hanno la responsabilità di garantire che il loro lavoro sia originale e rispettoso del lavoro degli altri. Invece, ci troviamo di fronte a una situazione in cui sembra che il profitto venga anteposto all'etica. Quanto deve ancora accadere affinché le aziende comprendano l’importanza dell’integrità artistica?

    Il Pokémon TCG Pocket non solo ha ritirato le nuove carte, ma ha anche danneggiato la propria reputazione in un modo che potrebbe richiedere anni per essere riparato. Come possono i fan fidarsi di un’app che non protegge i diritti dei creatori? Il plagio non è solo un errore tecnico; è un attacco diretto alla creatività e alla passione di artisti che lavorano instancabilmente per portare la loro visione al mondo. Le scuse non bastano, e la semplice rimozione delle carte non risolve il danno che è stato fatto.

    È ora di smettere di girare intorno al problema e di affrontarlo frontalmente. Le aziende devono essere ritenute responsabili delle loro azioni e devono fare di più per garantire che il loro contenuto sia originale. Le scuse vuote e i ritiri di prodotti non riparano la fiducia persa. È il momento di agire, di chiedere standard più elevati e di non accettare più un comportamento inaccettabile da parte di marchi che amiamo.

    In conclusione, il Pokémon TCG Pocket ha una grande responsabilità nei confronti della comunità e degli artisti. Non possiamo tollerare che il plagio diventi la norma. Dobbiamo chiedere di più, non solo per noi stessi, ma anche per il futuro della creatività. È tempo che l'industria prenda una posizione chiara contro il plagio e che ogni artista venga rispettato e riconosciuto per il proprio lavoro.

    #Pokémon #TCG #Plagio #WisdomOfSeaAndSky #IntegritàArtistica
    Il mondo del Pokémon TCG Pocket ha recentemente fatto notizia, ma non per una ragione positiva. Le accuse di plagio che sono emerse riguardo la nuova serie di carte "Wisdom of Sea and Sky" hanno scosso la comunità. È inaccettabile che un marchio così iconico e rispettato possa trovarsi coinvolto in una controversia così grave. Come si può tollerare il fatto che un illustratore cinese abbia denunciato che il suo lavoro è stato utilizzato senza il suo consenso? È una vergogna! L’industria dei giochi di carte collezionabili ha sempre dovuto affrontare accuse di plagio, ma il fatto che questo accada con un marchio come Pokémon è semplicemente incomprensibile. Gli sviluppatori e i creatori hanno la responsabilità di garantire che il loro lavoro sia originale e rispettoso del lavoro degli altri. Invece, ci troviamo di fronte a una situazione in cui sembra che il profitto venga anteposto all'etica. Quanto deve ancora accadere affinché le aziende comprendano l’importanza dell’integrità artistica? Il Pokémon TCG Pocket non solo ha ritirato le nuove carte, ma ha anche danneggiato la propria reputazione in un modo che potrebbe richiedere anni per essere riparato. Come possono i fan fidarsi di un’app che non protegge i diritti dei creatori? Il plagio non è solo un errore tecnico; è un attacco diretto alla creatività e alla passione di artisti che lavorano instancabilmente per portare la loro visione al mondo. Le scuse non bastano, e la semplice rimozione delle carte non risolve il danno che è stato fatto. È ora di smettere di girare intorno al problema e di affrontarlo frontalmente. Le aziende devono essere ritenute responsabili delle loro azioni e devono fare di più per garantire che il loro contenuto sia originale. Le scuse vuote e i ritiri di prodotti non riparano la fiducia persa. È il momento di agire, di chiedere standard più elevati e di non accettare più un comportamento inaccettabile da parte di marchi che amiamo. In conclusione, il Pokémon TCG Pocket ha una grande responsabilità nei confronti della comunità e degli artisti. Non possiamo tollerare che il plagio diventi la norma. Dobbiamo chiedere di più, non solo per noi stessi, ma anche per il futuro della creatività. È tempo che l'industria prenda una posizione chiara contro il plagio e che ogni artista venga rispettato e riconosciuto per il proprio lavoro. #Pokémon #TCG #Plagio #WisdomOfSeaAndSky #IntegritàArtistica
    Pokémon TCG Pocket Apologizes, Pulls New Cards Following Plagiarism Accusations
    When accusations of plagiarism are made, there’s usually an awful lot of back-and-forth, denials from all sides, and rarely clear-cut satisfaction. But after yesterday’s claims by a Chinese illustrator that his artwork had appeared in Pokémon TCG Poc
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  • Wuchang: Fallen Feathers inizia con il piede giusto, ma la versione PC è un disastro totale! È inaccettabile che nel 2023, con tutti i progressi tecnologici e l'industria dei videogiochi che ha raggiunto nuovi vertici, ci troviamo a dover affrontare un prodotto così mal realizzato. La promessa di una futura patch è solo una scusa per mascherare una scarsa preparazione e un lancio affrettato.

    Chi ha messo alla prova la versione PC ha potuto notare un'infinità di problemi tecnici: dai bug che rovinano l'esperienza di gioco, a prestazioni scadenti che sembrano appartenere a un gioco di dieci anni fa! È incredibile come un titolo che ha ricevuto tante aspettative possa cadere così in basso. I giocatori meritano di più, e l'industria deve smettere di trattarli come cavie per i loro esperimenti mal riusciti.

    Non si può assolutamente tollerare che uno studio, dopo aver lanciato un prodotto, si presenti con il cappello in mano promettendo una "migliore esperienza" con una semplice patch! Questo è un chiaro segno di mancanza di rispetto nei confronti dei consumatori. Le aziende dovrebbero investire tempo e risorse per garantire che i loro giochi siano pronti al momento del lancio, piuttosto che scaricare la responsabilità sui giocatori per "testare" il prodotto finale.

    La frustrazione è palpabile, e i fan sono stanchi delle scuse. È tempo che gli sviluppatori capiscano che non è più accettabile rilasciare giochi incompleti, sperando che i problemi vengano risolti in un secondo momento. Wuchang: Fallen Feathers potrebbe avere qualità, ma le sue debolezze nella versione PC non possono essere ignorate. Gli utenti meritano un gioco finito e funzionante, non un "work in progress".

    In conclusione, questa situazione rappresenta un problema sistemico nell'industria videoludica. È ora di alzare la voce e chiedere un cambiamento! Non possiamo più tollerare l'inefficienza e la superficialità. Gli sviluppatori devono prendere sul serio il loro lavoro e fornire esperienze all'altezza delle aspettative. Basta scuse, vogliamo giochi pronti e ottimizzati al momento del lancio!

    #WuchangFallenFeathers #versionPC #videogiochi #critica #gaming
    Wuchang: Fallen Feathers inizia con il piede giusto, ma la versione PC è un disastro totale! È inaccettabile che nel 2023, con tutti i progressi tecnologici e l'industria dei videogiochi che ha raggiunto nuovi vertici, ci troviamo a dover affrontare un prodotto così mal realizzato. La promessa di una futura patch è solo una scusa per mascherare una scarsa preparazione e un lancio affrettato. Chi ha messo alla prova la versione PC ha potuto notare un'infinità di problemi tecnici: dai bug che rovinano l'esperienza di gioco, a prestazioni scadenti che sembrano appartenere a un gioco di dieci anni fa! È incredibile come un titolo che ha ricevuto tante aspettative possa cadere così in basso. I giocatori meritano di più, e l'industria deve smettere di trattarli come cavie per i loro esperimenti mal riusciti. Non si può assolutamente tollerare che uno studio, dopo aver lanciato un prodotto, si presenti con il cappello in mano promettendo una "migliore esperienza" con una semplice patch! Questo è un chiaro segno di mancanza di rispetto nei confronti dei consumatori. Le aziende dovrebbero investire tempo e risorse per garantire che i loro giochi siano pronti al momento del lancio, piuttosto che scaricare la responsabilità sui giocatori per "testare" il prodotto finale. La frustrazione è palpabile, e i fan sono stanchi delle scuse. È tempo che gli sviluppatori capiscano che non è più accettabile rilasciare giochi incompleti, sperando che i problemi vengano risolti in un secondo momento. Wuchang: Fallen Feathers potrebbe avere qualità, ma le sue debolezze nella versione PC non possono essere ignorate. Gli utenti meritano un gioco finito e funzionante, non un "work in progress". In conclusione, questa situazione rappresenta un problema sistemico nell'industria videoludica. È ora di alzare la voce e chiedere un cambiamento! Non possiamo più tollerare l'inefficienza e la superficialità. Gli sviluppatori devono prendere sul serio il loro lavoro e fornire esperienze all'altezza delle aspettative. Basta scuse, vogliamo giochi pronti e ottimizzati al momento del lancio! #WuchangFallenFeathers #versionPC #videogiochi #critica #gaming
    Wuchang: Fallen Feathers démarre très bien mais la version PC est critiquée, son studio promet de sortir une mise à jour
    ActuGaming.net Wuchang: Fallen Feathers démarre très bien mais la version PC est critiquée, son studio promet de sortir une mise à jour Wuchang: Fallen Feathers n’est pas parfait, mais il a assez de qualités à mettre en […] L'article Wuc
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  • Hoje, o mundo perdeu uma lenda, e meu coração se enche de tristeza ao lembrar do impacto que Julian LeFay teve em nossas vidas. Aos 59 anos, ele deixou este mundo, levando consigo não apenas a sua presença, mas também uma parte da nossa infância, das nossas aventuras em Tamriel, e das memórias que construímos ao lado dos jogos da série The Elder Scrolls.

    É difícil expressar o vazio que sinto. A cada novo jogo que jogávamos, sentíamos a magia que ele trouxe à vida, um universo rico e cheio de possibilidades, onde podíamos escapar da realidade e nos perder em suas vastas paisagens. Mas agora, parece que essa magia se apagou, como uma vela que se apaga à luz do dia.

    Julian não foi apenas um desenvolvedor; ele foi o arquétipo de um criador que nos deu liberdade, que nos fez sonhar, que nos ensinou a lutar contra dragões e a viver como heróis. Cada vez que explorávamos as montanhas de Skyrim ou os campos de Cyrodiil, estávamos, de certo modo, conectados a ele. E agora, ao saber de sua partida, não consigo deixar de sentir que parte de mim também se foi.

    Vivemos em um mundo onde as figuras que admiramos muitas vezes parecem eternas, mas a realidade é que todos somos mortais, e a dor da perda é um lembrete constante disso. Julian LeFay nos ensinou a importância da narrativa, da construção de mundos, e agora, sem ele, essa história parece incompleta. O que será dos nossos amados personagens e das histórias que ainda não contamos?

    Sinto-me tão sozinho nesse luto, como se estivesse vagando por um campo vasto, sem um lar para voltar. As noites são mais sombrias e os dias mais longos. Como seguir adiante sem a inspiração que ele nos deu? A sua paixão pela criação de jogos ressoará em nossos corações, mas a sua ausência será sempre sentida.

    Que podemos fazer agora, senão lembrar e honrar seu legado? Que possamos continuar a explorar os reinos que ele criou, não apenas como fãs, mas como uma forma de gratidão pelo tempo que ele nos dedicou. Julian, você pode ter partido, mas sua essência viverá em cada aventura que compartilharmos.

    Descanse em paz, criador de mundos. Você nunca será esquecido.

    #JulianLeFay #ElderScrolls #Luto #Legado #Videogames
    Hoje, o mundo perdeu uma lenda, e meu coração se enche de tristeza ao lembrar do impacto que Julian LeFay teve em nossas vidas. 💔 Aos 59 anos, ele deixou este mundo, levando consigo não apenas a sua presença, mas também uma parte da nossa infância, das nossas aventuras em Tamriel, e das memórias que construímos ao lado dos jogos da série The Elder Scrolls. É difícil expressar o vazio que sinto. A cada novo jogo que jogávamos, sentíamos a magia que ele trouxe à vida, um universo rico e cheio de possibilidades, onde podíamos escapar da realidade e nos perder em suas vastas paisagens. Mas agora, parece que essa magia se apagou, como uma vela que se apaga à luz do dia. 🌌 Julian não foi apenas um desenvolvedor; ele foi o arquétipo de um criador que nos deu liberdade, que nos fez sonhar, que nos ensinou a lutar contra dragões e a viver como heróis. Cada vez que explorávamos as montanhas de Skyrim ou os campos de Cyrodiil, estávamos, de certo modo, conectados a ele. E agora, ao saber de sua partida, não consigo deixar de sentir que parte de mim também se foi. 😢 Vivemos em um mundo onde as figuras que admiramos muitas vezes parecem eternas, mas a realidade é que todos somos mortais, e a dor da perda é um lembrete constante disso. Julian LeFay nos ensinou a importância da narrativa, da construção de mundos, e agora, sem ele, essa história parece incompleta. O que será dos nossos amados personagens e das histórias que ainda não contamos? Sinto-me tão sozinho nesse luto, como se estivesse vagando por um campo vasto, sem um lar para voltar. As noites são mais sombrias e os dias mais longos. Como seguir adiante sem a inspiração que ele nos deu? A sua paixão pela criação de jogos ressoará em nossos corações, mas a sua ausência será sempre sentida. Que podemos fazer agora, senão lembrar e honrar seu legado? Que possamos continuar a explorar os reinos que ele criou, não apenas como fãs, mas como uma forma de gratidão pelo tempo que ele nos dedicou. Julian, você pode ter partido, mas sua essência viverá em cada aventura que compartilharmos. 🌟 Descanse em paz, criador de mundos. Você nunca será esquecido. #JulianLeFay #ElderScrolls #Luto #Legado #Videogames
    Julian LeFay, considéré comme le père de la série des The Elder Scrolls, est décédé à l’âge de 59 ans
    ActuGaming.net Julian LeFay, considéré comme le père de la série des The Elder Scrolls, est décédé à l’âge de 59 ans C’est une bien triste nouvelle qui nous arrive aujourd’hui. Il y a quelques jours, on […] L'article Julian L
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