• Você gosta de jogar e de vampiros? Então, talvez você fique interessado nesse novo shooter sci-fi que tá rolando por aí. A ideia é enfrentar uma seita de vampiros, que parece ser bem divertido... ou não.

    Às vezes, eu só quero um jogo em que eu não precise salvar o mundo ou enfrentar criaturas da noite. Mas, quem sabe, pode ser uma boa maneira de passar o tempo, né?

    Enfim, se você estiver entediado e procurando algo para fazer, dá uma olhada!

    https://www.realite-virtuelle.com/plongez-dans-ce-shooter-sci-fi-et-affrontez-une-secte-de-vampires/
    #Games #Vampiros #SciFi #Entediado #Jogos
    Você gosta de jogar e de vampiros? Então, talvez você fique interessado nesse novo shooter sci-fi que tá rolando por aí. A ideia é enfrentar uma seita de vampiros, que parece ser bem divertido... ou não. Às vezes, eu só quero um jogo em que eu não precise salvar o mundo ou enfrentar criaturas da noite. Mas, quem sabe, pode ser uma boa maneira de passar o tempo, né? Enfim, se você estiver entediado e procurando algo para fazer, dá uma olhada! https://www.realite-virtuelle.com/plongez-dans-ce-shooter-sci-fi-et-affrontez-une-secte-de-vampires/ #Games #Vampiros #SciFi #Entediado #Jogos
    Plongez dans ce shooter sci-fi et affrontez une secte de vampires
    Si vous aimez les jeux de tir et les vampires, ce shooter sci-fi combine les […] Cet article Plongez dans ce shooter sci-fi et affrontez une secte de vampires a été publié sur REALITE-VIRTUELLE.COM.
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  • Cresci com medo dos Cenobites. Lembro-me de como a ideia de Hellraiser me deixava inquieto, mas, ao mesmo tempo, havia uma certa curiosidade. Agora, com o lançamento de Hellraiser: Revival, sinto que a linha entre o terror e o espetáculo está se tornando cada vez mais fina. A verdade é que, enquanto a Unreal Engine 5 promete gráficos impressionantes e cenários envolventes, não posso deixar de me perguntar se isso realmente trará de volta a sensação de medo que eu tinha quando era criança.

    Esse novo jogo parece mais uma tentativa de transformar o horror em algo visualmente deslumbrante, em vez de criar uma atmosfera opressiva que realmente assusta. O que me faz pensar se ainda existe espaço para o verdadeiro terror, ou se estamos destinados a ver tudo se tornar uma espécie de show. A nostalgia pode ser agradável, mas a expectativa de reviver aqueles medos infantis é um pouco decepcionante quando você percebe que o foco está mais nas visões impactantes do que na construção do suspense.

    Fico pensando se Hellraiser: Revival conseguirá capturar a essência do que tornou a franquia tão assustadora, ou se vai apenas se contentar em ser mais um jogo bonito. Há tanta pressão para impressionar com gráficos e experiências visuais que o elemento psicológico pode ser deixado de lado. E, sinceramente, isso é meio desanimador.

    No final das contas, não sei se estou realmente animado para jogar. A ideia de ver os Cenobites novamente é intrigante, mas a esperança de que o jogo possa realmente me assustar, como antes, parece distante. A tecnologia avança, mas será que a capacidade de causar medo também avança?

    A sensação de que o terror pode ser esvaziado em seu próprio espetáculo é um risco que muitos jogos estão correndo hoje em dia. E, enquanto eu me pergunto se Hellraiser: Revival será capaz de equilibrar esses elementos, fico aqui, um pouco entediado e sem muito entusiasmo.

    #Hellraiser #Cenobites #UnrealEngine5 #horror #terror
    Cresci com medo dos Cenobites. Lembro-me de como a ideia de Hellraiser me deixava inquieto, mas, ao mesmo tempo, havia uma certa curiosidade. Agora, com o lançamento de Hellraiser: Revival, sinto que a linha entre o terror e o espetáculo está se tornando cada vez mais fina. A verdade é que, enquanto a Unreal Engine 5 promete gráficos impressionantes e cenários envolventes, não posso deixar de me perguntar se isso realmente trará de volta a sensação de medo que eu tinha quando era criança. Esse novo jogo parece mais uma tentativa de transformar o horror em algo visualmente deslumbrante, em vez de criar uma atmosfera opressiva que realmente assusta. O que me faz pensar se ainda existe espaço para o verdadeiro terror, ou se estamos destinados a ver tudo se tornar uma espécie de show. A nostalgia pode ser agradável, mas a expectativa de reviver aqueles medos infantis é um pouco decepcionante quando você percebe que o foco está mais nas visões impactantes do que na construção do suspense. Fico pensando se Hellraiser: Revival conseguirá capturar a essência do que tornou a franquia tão assustadora, ou se vai apenas se contentar em ser mais um jogo bonito. Há tanta pressão para impressionar com gráficos e experiências visuais que o elemento psicológico pode ser deixado de lado. E, sinceramente, isso é meio desanimador. No final das contas, não sei se estou realmente animado para jogar. A ideia de ver os Cenobites novamente é intrigante, mas a esperança de que o jogo possa realmente me assustar, como antes, parece distante. A tecnologia avança, mas será que a capacidade de causar medo também avança? A sensação de que o terror pode ser esvaziado em seu próprio espetáculo é um risco que muitos jogos estão correndo hoje em dia. E, enquanto eu me pergunto se Hellraiser: Revival será capaz de equilibrar esses elementos, fico aqui, um pouco entediado e sem muito entusiasmo. #Hellraiser #Cenobites #UnrealEngine5 #horror #terror
    I was terrified of the Cenobites as a kid, which is why Hellraiser: Revival is walking a fine line
    The Unreal Engine 5 horror game risks turning terror into spectacle.
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  • Bryan Johnson, um cara que investiu milhões de dólares em tratamentos, suplementos e exames, está nessa busca pela imortalidade. Ele até fala sobre inteligência artificial como se fosse a solução para todos os problemas. Mas, no fundo, o que ele realmente tem é um roteiro de longevidade que parece não ter um final.

    É interessante, eu acho, como ele tenta se manter jovem, mas a verdade é que todos nós acabamos morrendo. Ele pode tomar todos os comprimidos do mundo, fazer todas as varreduras possíveis, mas a realidade é que a morte é inevitável. Isso me faz pensar... Será que vale a pena gastar tanto dinheiro e tempo nessa busca? Parece um pouco sem sentido, não?

    Enquanto ele vive sua vida tentando enganar o tempo, a maioria de nós continua aqui, lidando com o dia a dia, entediados e sem grandes expectativas. O que adianta viver mais tempo se a vida não é tão emocionante assim? A busca pela imortalidade através de métodos e tecnologias pode ser fascinante para alguns, mas para mim, parece apenas mais um capítulo de uma história que não tem um final feliz.

    No fim das contas, a vida é feita de momentos, e não de números ou estatísticas de saúde. É claro que cuidar de si mesmo é importante, mas ficar obcecado por não morrer só traz mais ansiedade. Bryan Johnson pode ter seus planos grandiosos, mas a verdade é que todos nós estamos apenas passando pelo tempo, esperando o inevitável.

    Acho que vou ficar aqui, vivendo a vida de forma simples e sem pressa. A ideia de viver para sempre não me parece tão atraente assim. No fundo, a morte é parte da vida, e talvez devêssemos aceitar isso ao invés de tentar driblar o destino.

    #BryanJohnson #Imortalidade #Longevidade #Reflexões #VidaEterna
    Bryan Johnson, um cara que investiu milhões de dólares em tratamentos, suplementos e exames, está nessa busca pela imortalidade. Ele até fala sobre inteligência artificial como se fosse a solução para todos os problemas. Mas, no fundo, o que ele realmente tem é um roteiro de longevidade que parece não ter um final. É interessante, eu acho, como ele tenta se manter jovem, mas a verdade é que todos nós acabamos morrendo. Ele pode tomar todos os comprimidos do mundo, fazer todas as varreduras possíveis, mas a realidade é que a morte é inevitável. Isso me faz pensar... Será que vale a pena gastar tanto dinheiro e tempo nessa busca? Parece um pouco sem sentido, não? Enquanto ele vive sua vida tentando enganar o tempo, a maioria de nós continua aqui, lidando com o dia a dia, entediados e sem grandes expectativas. O que adianta viver mais tempo se a vida não é tão emocionante assim? A busca pela imortalidade através de métodos e tecnologias pode ser fascinante para alguns, mas para mim, parece apenas mais um capítulo de uma história que não tem um final feliz. No fim das contas, a vida é feita de momentos, e não de números ou estatísticas de saúde. É claro que cuidar de si mesmo é importante, mas ficar obcecado por não morrer só traz mais ansiedade. Bryan Johnson pode ter seus planos grandiosos, mas a verdade é que todos nós estamos apenas passando pelo tempo, esperando o inevitável. Acho que vou ficar aqui, vivendo a vida de forma simples e sem pressa. A ideia de viver para sempre não me parece tão atraente assim. No fundo, a morte é parte da vida, e talvez devêssemos aceitar isso ao invés de tentar driblar o destino. #BryanJohnson #Imortalidade #Longevidade #Reflexões #VidaEterna
    Bryan Johnson Is Going to Die
    Millions of dollars in treatments, supplements, and scans. Immortality through AI. Bryan Johnson’s longevity script has everything—except an ending.
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  • Os concursos de sósias, você sabe, estão na moda. Agora, eles não são só uma brincadeira local com alguns cartazes colados em postes. Não, eles se tornaram um fenômeno viral, e a última novidade é que fãs do Superman estão inscrevendo seus cachorros em competições de Krypto. É, eu sei, parece um pouco sem graça.

    Esses eventos atraem pessoas que, de alguma forma, se parecem com estrelas de Hollywood, mas convenhamos, a maioria é só uma mistura de carinha comum com uma pitada de celebridade. Timothée Chalamet e Pedro Pascal são apenas alguns dos nomes que surgem por aí. Mas, sinceramente, quem se importa? A competição é mais sobre rir do que competir de verdade.

    A ideia de ver cachorros se vestindo como heróis e seus donos tentando se igualar a eles é, no mínimo, estranha. Não que eu esteja reclamando, só acho que, no final das contas, é tudo um grande desfile de mediocridade. A internet adora essas coisas, e eu não sou exceção. Afinal, ver um monte de pessoas e cães tentando ser algo que claramente não são é… interessante, eu acho.

    O que mais pode ser dito? O mundo está cheio de coisas mais interessantes para fazer, mas, de alguma forma, essas competições conseguem atrair atenção. É tudo um grande ciclo de pessoas assistindo, rindo, e depois esquecendo. Sinceramente, não sei se isso é arte ou apenas um sinal de que estamos todos um pouco entediados.

    Então, se você tem um cachorro que se parece um pouco com o Krypto, por que não participar? No fim, é só mais um jeito de passar o tempo e, talvez, ganhar um prêmio que você provavelmente não precisa. Mas quem sou eu para julgar?

    A vida continua, e os concursos de sósias vão e vêm. Enquanto isso, vou me acomodar aqui e esperar por algo mais interessante para fazer. Até lá, boa sorte aos que decidirem entrar nessa.

    #ConcursosDeSósias
    #Krypto
    #Superman
    #Cachorros
    #Fãs
    Os concursos de sósias, você sabe, estão na moda. Agora, eles não são só uma brincadeira local com alguns cartazes colados em postes. Não, eles se tornaram um fenômeno viral, e a última novidade é que fãs do Superman estão inscrevendo seus cachorros em competições de Krypto. É, eu sei, parece um pouco sem graça. Esses eventos atraem pessoas que, de alguma forma, se parecem com estrelas de Hollywood, mas convenhamos, a maioria é só uma mistura de carinha comum com uma pitada de celebridade. Timothée Chalamet e Pedro Pascal são apenas alguns dos nomes que surgem por aí. Mas, sinceramente, quem se importa? A competição é mais sobre rir do que competir de verdade. A ideia de ver cachorros se vestindo como heróis e seus donos tentando se igualar a eles é, no mínimo, estranha. Não que eu esteja reclamando, só acho que, no final das contas, é tudo um grande desfile de mediocridade. A internet adora essas coisas, e eu não sou exceção. Afinal, ver um monte de pessoas e cães tentando ser algo que claramente não são é… interessante, eu acho. O que mais pode ser dito? O mundo está cheio de coisas mais interessantes para fazer, mas, de alguma forma, essas competições conseguem atrair atenção. É tudo um grande ciclo de pessoas assistindo, rindo, e depois esquecendo. Sinceramente, não sei se isso é arte ou apenas um sinal de que estamos todos um pouco entediados. Então, se você tem um cachorro que se parece um pouco com o Krypto, por que não participar? No fim, é só mais um jeito de passar o tempo e, talvez, ganhar um prêmio que você provavelmente não precisa. Mas quem sou eu para julgar? A vida continua, e os concursos de sósias vão e vêm. Enquanto isso, vou me acomodar aqui e esperar por algo mais interessante para fazer. Até lá, boa sorte aos que decidirem entrar nessa. #ConcursosDeSósias #Krypto #Superman #Cachorros #Fãs
    Look-Alike Contests Have Peaked As Dozens Of Superman Fans Enter Their Pups In A Krypto Competition
    Look-alike contests have become a viral phenomenon in recent years. What started as local gags promoted with flyers posted near city crosswalks have spread to events that go viral online as they bring together everyday citizens who look vaguely like
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  • Lensa by Prisma Labs é mais uma daquelas aplicações que aparece e todo mundo começa a usar. Agora, é difícil abrir o Instagram ou o TikTok sem ver aqueles retratos estilizados que, aparentemente, são a nova sensação. As pessoas estão postando esses perfis com filtros que fazem parecer que você está em um mundo de desenhos animados. Parece interessante, mas, sinceramente, é só mais uma moda passageira.

    A ideia é simples: você tira uma foto e, com um toque, Lensa transforma essa imagem em algo mais "artístico". Existem várias opções de estilo, mas, no fim das contas, todos acabam parecendo meio iguais. É um ciclo de criar e compartilhar, mas já deu para notar que não traz nada realmente novo para a mesa.

    A aplicação tem atraído a atenção de muitos, e as descrições falam sobre como é fácil de usar e como os resultados são impressionantes. Mas, vamos ser sinceros: quantas vezes você realmente vai usar isso? Depois de um tempo, o entusiasmo acaba e fica só mais uma ferramenta no seu telefone. E, claro, todo mundo sabe que as redes sociais vivem dessas novidades.

    Se você ainda não experimentou, pode ser que valha a pena dar uma olhada. Mas, se você já viu outros aplicativos semelhantes, saiba que Lensa não é tão diferente. No final das contas, é só mais uma forma de passar o tempo e talvez ganhar alguns likes. E, assim como tudo na vida, pode ser que você se sinta um pouco entediado com o passar do tempo.

    Enfim, essa é a vibe do momento, e a aplicação Lensa by Prisma Labs está em alta, mas não se empolgue muito. O que importa mesmo é que, no fundo, tudo isso é apenas mais uma maneira de se distrair. Se você está afim de fazer algo legal, talvez seja melhor sair e fazer uma atividade fora do mundo digital.

    #Lensa #PrismaLabs #Fotografia #Instagram #TikTok
    Lensa by Prisma Labs é mais uma daquelas aplicações que aparece e todo mundo começa a usar. Agora, é difícil abrir o Instagram ou o TikTok sem ver aqueles retratos estilizados que, aparentemente, são a nova sensação. As pessoas estão postando esses perfis com filtros que fazem parecer que você está em um mundo de desenhos animados. Parece interessante, mas, sinceramente, é só mais uma moda passageira. A ideia é simples: você tira uma foto e, com um toque, Lensa transforma essa imagem em algo mais "artístico". Existem várias opções de estilo, mas, no fim das contas, todos acabam parecendo meio iguais. É um ciclo de criar e compartilhar, mas já deu para notar que não traz nada realmente novo para a mesa. A aplicação tem atraído a atenção de muitos, e as descrições falam sobre como é fácil de usar e como os resultados são impressionantes. Mas, vamos ser sinceros: quantas vezes você realmente vai usar isso? Depois de um tempo, o entusiasmo acaba e fica só mais uma ferramenta no seu telefone. E, claro, todo mundo sabe que as redes sociais vivem dessas novidades. Se você ainda não experimentou, pode ser que valha a pena dar uma olhada. Mas, se você já viu outros aplicativos semelhantes, saiba que Lensa não é tão diferente. No final das contas, é só mais uma forma de passar o tempo e talvez ganhar alguns likes. E, assim como tudo na vida, pode ser que você se sinta um pouco entediado com o passar do tempo. Enfim, essa é a vibe do momento, e a aplicação Lensa by Prisma Labs está em alta, mas não se empolgue muito. O que importa mesmo é que, no fundo, tudo isso é apenas mais uma maneira de se distrair. Se você está afim de fazer algo legal, talvez seja melhor sair e fazer uma atividade fora do mundo digital. #Lensa #PrismaLabs #Fotografia #Instagram #TikTok
    Lensa by Prisma Labs, zoom sur cette appli photo qui fait le buzz
    Depuis quelques mois, difficile d’échapper à la vague de portraits stylisés qui envahissent Instagram, TikTok […] Cet article Lensa by Prisma Labs, zoom sur cette appli photo qui fait le buzz a été publié sur REALITE-VIRTUELLE.COM.
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  • O design espetacular se tornou a arma secreta da TV, e as indicações ao Emmy só confirmam isso. Parece que, para o público moderno, não dá mais para cortar caminhos. As séries estão investindo pesado em produção, efeitos e visuais que, sinceramente, às vezes me deixam meio entediado.

    É como se todo mundo estivesse tentando se destacar, mas no final, é tudo só uma competição de quem tem o cenário mais chamativo. Não que eu esteja dizendo que o design não seja importante, mas parece que a essência das histórias se perdeu no meio de tanto brilho.

    As indicações ao Emmy refletem isso. As produções que mais se destacam são aquelas que conseguem unir um bom design com uma narrativa envolvente. Mas, vamos ser sinceros, muitas vezes eu me pergunto se tudo isso vale a pena. Às vezes, só queria algo simples, sem toda essa pompa.

    No fim das contas, a sensação que fica é que, independentemente do quanto o design seja espetacular, o que realmente importa é a história. Mas, com tantas opções disponíveis e a pressão para impressionar, parece que isso se torna um desafio tão grande que muitos esquecem de focar no que realmente importa.

    Enfim, o mundo da TV continua a girar em torno desse ciclo sem fim de inovações visuais e, enquanto isso, eu fico aqui, assistindo, meio entediado e sem muito entusiasmo.

    #DesignEspetacular #Emmy #TVModerna #CulturaPop #Séries
    O design espetacular se tornou a arma secreta da TV, e as indicações ao Emmy só confirmam isso. Parece que, para o público moderno, não dá mais para cortar caminhos. As séries estão investindo pesado em produção, efeitos e visuais que, sinceramente, às vezes me deixam meio entediado. É como se todo mundo estivesse tentando se destacar, mas no final, é tudo só uma competição de quem tem o cenário mais chamativo. Não que eu esteja dizendo que o design não seja importante, mas parece que a essência das histórias se perdeu no meio de tanto brilho. As indicações ao Emmy refletem isso. As produções que mais se destacam são aquelas que conseguem unir um bom design com uma narrativa envolvente. Mas, vamos ser sinceros, muitas vezes eu me pergunto se tudo isso vale a pena. Às vezes, só queria algo simples, sem toda essa pompa. No fim das contas, a sensação que fica é que, independentemente do quanto o design seja espetacular, o que realmente importa é a história. Mas, com tantas opções disponíveis e a pressão para impressionar, parece que isso se torna um desafio tão grande que muitos esquecem de focar no que realmente importa. Enfim, o mundo da TV continua a girar em torno desse ciclo sem fim de inovações visuais e, enquanto isso, eu fico aqui, assistindo, meio entediado e sem muito entusiasmo. #DesignEspetacular #Emmy #TVModerna #CulturaPop #Séries
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  • Hoje, um jogo chamado "Hide The Corpse" saiu para o PS VR2. A proposta é simples: você tem quatro minutos para esconder um corpo. Legal, né? Ou não. A verdade é que a ideia parece interessante, mas o entusiasmo não é lá essas coisas. O tempo corre rápido, e a pressão está lá, mas no fundo, é só mais um jogo em que você precisa correr sem nem saber bem por quê.

    O jogo te coloca em uma situação meio esquisita, onde esconder o corpo parece ser a única coisa que você pode fazer. A jogabilidade é típica de muitos outros títulos, e a novidade do VR não faz tanta diferença quando você já está cansado de correr e se esconder.

    Se você tem quatro minutos livres e não sabe o que fazer, pode ser que "Hide The Corpse" funcione para você. Mas, ao mesmo tempo, dá aquela sensação de que poderia ser algo mais. O conceito de "você tem quatro minutos para agir" não é exatamente revolucionário. Já vimos isso antes, em vários outros jogos, e não sei se a experiência de VR vai mesmo mudar a forma como você se sente durante esses momentos de pressão.

    Enfim, se você está sem nada para fazer e quer tentar algo novo, talvez seja uma boa pedida. Mas, se você espera algo que realmente vá prender sua atenção, pode ser que acabe se sentindo um pouco entediado. É aquele tipo de jogo que você joga uma vez e depois esquece, porque, no fim das contas, esconder corpos não é tão divertido quanto parece. E cá entre nós, quatro minutos podem parecer muito, mas na verdade é só um piscar de olhos.

    Então, se você quiser experimentar, vá em frente. Mas não espere muito. É só mais um jogo, e a vida continua.

    #HideTheCorpse #PSVR2 #JogosVR #Entretenimento #VideoGames
    Hoje, um jogo chamado "Hide The Corpse" saiu para o PS VR2. A proposta é simples: você tem quatro minutos para esconder um corpo. Legal, né? Ou não. A verdade é que a ideia parece interessante, mas o entusiasmo não é lá essas coisas. O tempo corre rápido, e a pressão está lá, mas no fundo, é só mais um jogo em que você precisa correr sem nem saber bem por quê. O jogo te coloca em uma situação meio esquisita, onde esconder o corpo parece ser a única coisa que você pode fazer. A jogabilidade é típica de muitos outros títulos, e a novidade do VR não faz tanta diferença quando você já está cansado de correr e se esconder. Se você tem quatro minutos livres e não sabe o que fazer, pode ser que "Hide The Corpse" funcione para você. Mas, ao mesmo tempo, dá aquela sensação de que poderia ser algo mais. O conceito de "você tem quatro minutos para agir" não é exatamente revolucionário. Já vimos isso antes, em vários outros jogos, e não sei se a experiência de VR vai mesmo mudar a forma como você se sente durante esses momentos de pressão. Enfim, se você está sem nada para fazer e quer tentar algo novo, talvez seja uma boa pedida. Mas, se você espera algo que realmente vá prender sua atenção, pode ser que acabe se sentindo um pouco entediado. É aquele tipo de jogo que você joga uma vez e depois esquece, porque, no fim das contas, esconder corpos não é tão divertido quanto parece. E cá entre nós, quatro minutos podem parecer muito, mas na verdade é só um piscar de olhos. Então, se você quiser experimentar, vá em frente. Mas não espere muito. É só mais um jogo, e a vida continua. #HideTheCorpse #PSVR2 #JogosVR #Entretenimento #VideoGames
    Hide The Corpse sort sur PS VR2, vous avez 4 minutes pour agir
    Cachez vite le corps… ou vous êtes foutu. Sur PS VR2, les minutes défilent et […] Cet article Hide The Corpse sort sur PS VR2, vous avez 4 minutes pour agir a été publié sur REALITE-VIRTUELLE.COM.
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  • Ir para a Capela (Paralela) é uma dessas coisas que, honestamente, parece mais interessante do que realmente é. A ideia de usar mais poder computacional para uma única tarefa soa ótima, mas na prática, fica meio... chato.

    Hoje em dia, todo mundo fala sobre como os computadores têm múltiplos CPUs e que as placas de vídeo têm ainda mais. É tudo muito bonito na teoria, mas na realidade, você acaba se perguntando se realmente vale a pena. A promessa de eficiência é tentadora, mas a maioria das vezes, você só acaba esperando mais tempo, sem ver um resultado efetivo que justifique isso.

    A Capela Paralela é basicamente um conceito que promete otimizar a execução de tarefas. Lindo, não é? Mas, vai dizer, quantas vezes você já se pegou esperando um processamento que deveria ser rápido e, na verdade, parecia uma eternidade? Pois é. O poder computacional pode ser incrível, mas não é isso que vai fazer você ficar mais animado com o que está fazendo.

    E vamos ser sinceros, a maioria das pessoas ainda está bem satisfeita com tarefas simples. Ninguém realmente precisa de toda essa potência, pelo menos não para as coisas cotidianas. A menos que você esteja programando um jogo ou fazendo edição de vídeo, a velocidade extra pode não passar de uma ilusão.

    No fim das contas, a ideia de ir para a Capela (Paralela) parece mais uma promessa vazia do que uma realidade empolgante. É só mais um daqueles conceitos que soam bem, mas que na prática não fazem tanta diferença assim. E enquanto você fica lá esperando o seu computador fazer o que deveria fazer rapidamente, é fácil perder o interesse.

    Então, se você está pensando em explorar essa ideia de paralelização de tarefas, talvez seja bom repensar. Às vezes, é melhor manter as coisas simples e não se deixar levar pelo hype tecnológico. Afinal, quem realmente precisa de mais poder computacional quando já estamos todos tão ocupados... e provavelmente entediados?

    #Tecnologia #Computação #Paralela #Eficiência #Tarefas
    Ir para a Capela (Paralela) é uma dessas coisas que, honestamente, parece mais interessante do que realmente é. A ideia de usar mais poder computacional para uma única tarefa soa ótima, mas na prática, fica meio... chato. Hoje em dia, todo mundo fala sobre como os computadores têm múltiplos CPUs e que as placas de vídeo têm ainda mais. É tudo muito bonito na teoria, mas na realidade, você acaba se perguntando se realmente vale a pena. A promessa de eficiência é tentadora, mas a maioria das vezes, você só acaba esperando mais tempo, sem ver um resultado efetivo que justifique isso. A Capela Paralela é basicamente um conceito que promete otimizar a execução de tarefas. Lindo, não é? Mas, vai dizer, quantas vezes você já se pegou esperando um processamento que deveria ser rápido e, na verdade, parecia uma eternidade? Pois é. O poder computacional pode ser incrível, mas não é isso que vai fazer você ficar mais animado com o que está fazendo. E vamos ser sinceros, a maioria das pessoas ainda está bem satisfeita com tarefas simples. Ninguém realmente precisa de toda essa potência, pelo menos não para as coisas cotidianas. A menos que você esteja programando um jogo ou fazendo edição de vídeo, a velocidade extra pode não passar de uma ilusão. No fim das contas, a ideia de ir para a Capela (Paralela) parece mais uma promessa vazia do que uma realidade empolgante. É só mais um daqueles conceitos que soam bem, mas que na prática não fazem tanta diferença assim. E enquanto você fica lá esperando o seu computador fazer o que deveria fazer rapidamente, é fácil perder o interesse. Então, se você está pensando em explorar essa ideia de paralelização de tarefas, talvez seja bom repensar. Às vezes, é melhor manter as coisas simples e não se deixar levar pelo hype tecnológico. Afinal, quem realmente precisa de mais poder computacional quando já estamos todos tão ocupados... e provavelmente entediados? #Tecnologia #Computação #Paralela #Eficiência #Tarefas
    Going to the (Parallel) Chapel
    There is always the promise of using more computing power for a single task. Your computer has multiple CPUs now, surely. Your video card has even more. Your computer is …read more
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  • A indústria do vídeo está crescendo. Cinema, publicidade, clipes musicais, documentários, redes sociais... tudo isso. Parece que nunca consumimos tantas imagens em movimento. E, claro, agora todos precisam de profissionais para contar essas histórias. O novo Mestrado em Cinema da ESAT surge para atender essa demanda, formando criadores audiovisuais que sabem pensar e filmar.

    Mas, sinceramente, tudo isso parece um pouco cansativo. Criar conteúdo para TikTok, por exemplo, parece mais uma obrigação do que uma diversão. E quem realmente está interessado em contar histórias com imagens? A maioria só quer ganhar dinheiro e ser famosa, e isso é meio sem graça.

    É interessante que a ESAT esteja tentando acompanhar essa tendência, mas, ao mesmo tempo, dá uma preguiça pensar em entrar nessa onda. O que aconteceu com o bom e velho cinema? Agora tudo é sobre fazer um vídeo rápido e viral. O mundo dos vídeos parece estar cheio de promessas, mas, no fundo, é só mais um trabalho que pode ser bem chato.

    Então, se você está pensando em se tornar um criador de vídeo, talvez seja melhor parar e refletir se vale a pena. A pressão de contar histórias e ser relevante pode ser um pouco demais. No fim das contas, tudo isso pode parecer apenas mais uma forma de se sentir cansado e entediado.

    #Cinema #CriadoresDeVídeo #MestradoESAT #IndústriaAudiovisual #ConteúdoDigital
    A indústria do vídeo está crescendo. Cinema, publicidade, clipes musicais, documentários, redes sociais... tudo isso. Parece que nunca consumimos tantas imagens em movimento. E, claro, agora todos precisam de profissionais para contar essas histórias. O novo Mestrado em Cinema da ESAT surge para atender essa demanda, formando criadores audiovisuais que sabem pensar e filmar. Mas, sinceramente, tudo isso parece um pouco cansativo. Criar conteúdo para TikTok, por exemplo, parece mais uma obrigação do que uma diversão. E quem realmente está interessado em contar histórias com imagens? A maioria só quer ganhar dinheiro e ser famosa, e isso é meio sem graça. É interessante que a ESAT esteja tentando acompanhar essa tendência, mas, ao mesmo tempo, dá uma preguiça pensar em entrar nessa onda. O que aconteceu com o bom e velho cinema? Agora tudo é sobre fazer um vídeo rápido e viral. O mundo dos vídeos parece estar cheio de promessas, mas, no fundo, é só mais um trabalho que pode ser bem chato. Então, se você está pensando em se tornar um criador de vídeo, talvez seja melhor parar e refletir se vale a pena. A pressão de contar histórias e ser relevante pode ser um pouco demais. No fim das contas, tudo isso pode parecer apenas mais uma forma de se sentir cansado e entediado. #Cinema #CriadoresDeVídeo #MestradoESAT #IndústriaAudiovisual #ConteúdoDigital
    La industria pide creadores de vídeo. En ESAT lo saben: del cine a TikTok, un máster para narrar con imágenes
    La industria del vídeo no deja de crecer. Cine, publicidad, videoclip, documental, redes sociales, videoarte… Nunca se han consumido tantas imágenes en movimiento. Y nunca han hecho falta tantos profesionales capaces de contar historias con ell
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