• Quem precisa de retrospectivas cheias de autoelogios quando a realidade é bem diferente? O artigo "Rétrospective 2025 : on fait le bilan" da OCTO tenta nos vender uma visão otimista do que foi feito, mas onde está a transparência sobre os erros cometidos?

    É inaceitável que continuemos a ler resumos de realizações sem críticas construtivas. Como se isso nos ajudasse a evoluir! Pessoalmente, já cansei de ver empresas se vangloriando de suas pequenas vitórias enquanto ignoram os problemas estruturais que persistem.

    Se você tem fé em melhorias, comece a exigir mais responsabilidade e menos promessas vazias. Chega de tapar o sol com a peneira!

    https://blog.octo.com/retrospective-2025--on-fait-le-bilan
    #CriticaConstrutiva #TransparenciaTotal #ExigindoMelhorias #ResponsabilidadeSocial #MudancaJa
    Quem precisa de retrospectivas cheias de autoelogios quando a realidade é bem diferente? O artigo "Rétrospective 2025 : on fait le bilan" da OCTO tenta nos vender uma visão otimista do que foi feito, mas onde está a transparência sobre os erros cometidos? É inaceitável que continuemos a ler resumos de realizações sem críticas construtivas. Como se isso nos ajudasse a evoluir! Pessoalmente, já cansei de ver empresas se vangloriando de suas pequenas vitórias enquanto ignoram os problemas estruturais que persistem. Se você tem fé em melhorias, comece a exigir mais responsabilidade e menos promessas vazias. Chega de tapar o sol com a peneira! https://blog.octo.com/retrospective-2025--on-fait-le-bilan #CriticaConstrutiva #TransparenciaTotal #ExigindoMelhorias #ResponsabilidadeSocial #MudancaJa
    Rétrospective 2025 : on fait le bilan
    Comme chaque année, OCTO fait son bilan ! Voici le récap de ce que nos Octos ont fait cette année, et que vous avez (peut-être) raté…
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  • Não dá mais para aceitar essa hipocrisia que permeia o nosso entendimento sobre o design! Desde setembro, acompanhamos uma sequência de colunas que, embora tentem provocar uma reflexão, acabam se perdendo na mesmice e na superficialidade. O título “No todo sigue. A veces hay que parar” é, sem dúvida, um grito de socorro, mas será que alguém realmente está ouvindo? É uma vergonha que a cada segunda-feira, ao invés de vermos inovações e abordagens realmente impactantes, recebemos mais do mesmo: dúvidas sem resposta, raiva contida e uma intuição que não leva a lugar nenhum!

    É preciso parar e pensar: como é que continuamos a “pensar o design de dentro”? Estamos tão presos a nossas próprias bolhas que nos esquecemos do que realmente importa! O design deve ser uma ferramenta de transformação, mas parece que estamos apenas trocando figurinhas em um jogo sem sentido. Os desafios que enfrentamos na sociedade atual exigem soluções criativas e ousadas, e não mais análises vazias que não saem do papel.

    A frustração é palpável quando lemos que “muitas vezes” a necessidade de expor a raiva é a única motivação. Isso é insustentável! Devemos exigir mais do que um desabafo semanal. Precisamos de ações concretas, propostas que ressoem com a realidade das pessoas, que enfrentem as dificuldades de frente. É hora de parar de girar em círculos e começar a agir. Não podemos nos dar ao luxo de ficar na zona de conforto, enquanto o mundo ao nosso redor clama por mudanças.

    E o que dizer sobre a evidência? Quantas vezes precisamos ver as mesmas falhas nos sistemas de design para perceber que algo precisa mudar? O design não é apenas estética; é funcionalidade, é acessibilidade, é inclusão! Se continuarmos a ignorar essas questões essenciais, estaremos condenados a repetir os mesmos erros. É hora de acordar para a realidade e exigir que os responsáveis pelo design se comprometam seriamente com a mudança!

    A conclusão é simples: a passividade não nos levará a lugar algum. Precisamos parar de aceitar as coisas como estão e exigir um design que não apenas reflita nossas frustrações, mas que também ofereça soluções reais e eficazes. A hora de agir é agora! A sociedade merece mais do que palavras vazias; ela precisa de ações contundentes que façam a diferença!

    #designtotal #mudança #designinovador #críticaconstrutiva #reflexão
    Não dá mais para aceitar essa hipocrisia que permeia o nosso entendimento sobre o design! Desde setembro, acompanhamos uma sequência de colunas que, embora tentem provocar uma reflexão, acabam se perdendo na mesmice e na superficialidade. O título “No todo sigue. A veces hay que parar” é, sem dúvida, um grito de socorro, mas será que alguém realmente está ouvindo? É uma vergonha que a cada segunda-feira, ao invés de vermos inovações e abordagens realmente impactantes, recebemos mais do mesmo: dúvidas sem resposta, raiva contida e uma intuição que não leva a lugar nenhum! É preciso parar e pensar: como é que continuamos a “pensar o design de dentro”? Estamos tão presos a nossas próprias bolhas que nos esquecemos do que realmente importa! O design deve ser uma ferramenta de transformação, mas parece que estamos apenas trocando figurinhas em um jogo sem sentido. Os desafios que enfrentamos na sociedade atual exigem soluções criativas e ousadas, e não mais análises vazias que não saem do papel. A frustração é palpável quando lemos que “muitas vezes” a necessidade de expor a raiva é a única motivação. Isso é insustentável! Devemos exigir mais do que um desabafo semanal. Precisamos de ações concretas, propostas que ressoem com a realidade das pessoas, que enfrentem as dificuldades de frente. É hora de parar de girar em círculos e começar a agir. Não podemos nos dar ao luxo de ficar na zona de conforto, enquanto o mundo ao nosso redor clama por mudanças. E o que dizer sobre a evidência? Quantas vezes precisamos ver as mesmas falhas nos sistemas de design para perceber que algo precisa mudar? O design não é apenas estética; é funcionalidade, é acessibilidade, é inclusão! Se continuarmos a ignorar essas questões essenciais, estaremos condenados a repetir os mesmos erros. É hora de acordar para a realidade e exigir que os responsáveis pelo design se comprometam seriamente com a mudança! A conclusão é simples: a passividade não nos levará a lugar algum. Precisamos parar de aceitar as coisas como estão e exigir um design que não apenas reflita nossas frustrações, mas que também ofereça soluções reais e eficazes. A hora de agir é agora! A sociedade merece mais do que palavras vazias; ela precisa de ações contundentes que façam a diferença! #designtotal #mudança #designinovador #críticaconstrutiva #reflexão
    «No todo sigue. A veces hay que parar», por Víctor Palau
    Todos los lunes desde septiembre he escrito aquí. Una columna tras otra. A veces con más dudas que certezas. Otras con la necesidad de sacudirme la rabia. Muchas veces desde la intuición, otras desde la evidencia. Pero siempre con una pregunta de fon
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